O diálogo sobre a proposta adicional insalubridade avançou significativamente nesta terça-feira (14), com os sindicatos da Saúde de Cuiabá aceitando um consenso. Dejamir Soares, presidente do Sindicato dos Profissionais da Enfermagem (Sipen), elogiou a postura aberta do prefeito Abilio Brunini.
Avanços na Proposta Adicional Insalubridade
A nova proposta adicional insalubridade, construída com base no tempo de serviço, foi vista como um avanço. Conforme Dejamir Soares, o prefeito, que antes não recebia sindicatos, agora dialoga e apresenta soluções mais equilibradas. Portanto, essa negociação valoriza a dedicação do trabalhador.
A proposta prevê o pagamento com base na Classe A, respeitando o nível de carreira de cada servidor. Isso significa que o adicional será calculado pelo tempo de serviço, e não apenas pelo piso inicial. Assim, a perda potencial no adicional de insalubridade diminui de 75% para cerca de 55%.
Além disso, o prefeito se comprometeu a compensar a diferença por meio de uma VPNI ou reformulação do Prêmio Saúde. Consequentemente, a preocupação com a redução drástica do adicional foi minimizada.
Outro ponto crucial celebrado foi o fim da penalização de servidores que apresentem atestados médicos. Dessa forma, eles não perderão mais o direito ao Prêmio Saúde, um ganho significativo para toda a categoria. Mais detalhes sobre as negociações podem ser encontrados em insalubridade na Saúde em Cuiabá.
O Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (SINDIMED) anunciou adesão imediata, reconhecendo o progresso. O Sipen e demais sindicatos têm até as 20h desta quarta-feira (15) para formalizar sua posição.
O projeto de lei referente ao novo formato do adicional de insalubridade está em fase final de elaboração. Posteriormente, será encaminhado à Câmara Municipal de Cuiabá em regime de urgência, para a sessão de quinta-feira (16).
Participaram da reunião vereadores como Paula Calil e Daniel Monteiro, além do secretário de Economia, Marcelo Bussiki. O prefeito Abilio Brunini ressaltou a busca por equilíbrio, demonstrando que é possível cuidar das finanças municipais e valorizar os profissionais de saúde simultaneamente.










