Mato Grosso: Governador defende pena de morte e prisão perpétua contra feminicídio
O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), expressou pesar e vergonha com o elevado índice de feminicídios no estado. Por isso, ele defende a pena de morte feminicídio e prisão perpétua como soluções. Ele ressalta, contudo, os esforços do Executivo para conter essa violência.
Ações de Combate ao Feminicídio em MT
O Governo do Estado tem implementado diversas ações, como o uso de tecnologia e as Patrulhas Maria da Penha. No entanto, um dado alarmante foi apresentado: de 39 assassinatos, apenas cinco vítimas possuíam medidas protetivas. Dessa forma, 34 mulheres foram mortas covardemente sem qualquer registro prévio de violência.
Durante a assinatura de um protocolo entre o Judiciário e o Ministério Público, o governador enfatizou a necessidade de novas medidas. Por exemplo, o documento visa fortalecer a prevenção e o combate à violência doméstica e familiar, ampliando a rede de proteção e o monitoramento de agressores.
Ademais, o Governo promoverá campanhas para incentivar denúncias e a participação social. A ideia é que o agressor sinta o peso da lei, especialmente com a pena de 40 anos para feminicídio, buscando assim intimidar novos crimes. Este protocolo é mais uma tentativa de mudar esse triste quadro em Mato Grosso, buscando rigor contra a violência.
Análise Global para Endurecimento Penal
Questionado sobre a eficácia de penas mais altas, Mauro Mendes apresentou uma análise global. Segundo ele, os países mais seguros do mundo adotaram ou ainda mantêm leis severas, como a pena de morte feminicídio e a prisão perpétua. Portanto, essa rigidez teria mudado a cultura e promovido o respeito à lei e à vida.
Em conclusão, o governador acredita que o Brasil necessita de um novo caminho. Ele defende o endurecimento das penas para que as pessoas voltem a acreditar na punição severa, mudando o DNA da violência no país. Para mais informações sobre segurança pública, acesse: Punições Rigorosas em Mato Grosso.
Novas Medidas Integradas em Mato Grosso
O protocolo estabelece medidas integradas, incluindo acolhimento da mulher e aprimoramento do fluxo de informações. Assim, o monitoramento eletrônico de agressores será ampliado. A Sesp integrará sistemas e acompanhará alertas, enquanto a Sejus cuidará da instalação dos dispositivos. Além disso, o TJMT acompanhará as medidas protetivas e garantirá a comunicação ágil entre os órgãos.
O secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, destacou o avanço da rede de enfrentamento. No ano passado, 17.910 medidas protetivas foram emitidas. Dessa forma, quando uma mulher busca segurança, encontra uma rede fortalecida trabalhando em conjunto.










