Desvendando violência política de gênero na Câmara

Grupos de vereadoras e vereadores discutem violência política de gênero durante sessão na Câmara
Vereadora apresenta moção para combater violência de gênero na política, fortalecendo padrões de conduta na Câmara.
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violência política de gênero é tema central na Câmara de Cuiabá após a sessão em Pedra Preta. A vereadora Katiuscia Manteli apresentou nesta quinta-feira (28) uma Moção de Repúdio dirigida ao vereador Gilson da Agricultura, que, segundo relatos colhidos no plenário, usou palavras ofensivas contra a prefeita Iraci Ferreira. A fala provocou reação rápida entre colegas e evidenciou que atitudes desse tipo podem configurar violência política de gênero, atingindo diretamente a participação de mulheres na vida pública. Manteli destacou que o documento não é apenas uma crítica pontual, mas um movimento institucional para responsabilizar quem desrespeita mulheres na política e para reforçar padrões de conduta no Legislativo. A sessão, marcada por intensos embates, sinalizou que o tema ganhou dimensão maior e que a pauta de igualdade está na agenda de votações futuras.

violência política de gênero em debate público

Na tribuna, a vereadora reforçou que não aceitará desculpas e classificou a fala do parlamentar como agressão direta à mulher e à democracia. Ela lembrou que o debate público exige não apenas denúncias, mas medidas concretas de prevenções, como códigos de conduta, treinamentos para servidores e clareza sobre sanções. O objetivo da moção é ampliar o debate institucional, proteger mulheres em cargos de liderança e estabelecer padrões que não deixem espaço para o abuso de poder. Além disso, os pares foram convidados a subscrever a moção, fortalecendo uma frente de atuação que envolva a sociedade civil e a imprensa responsável.

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Portanto, o movimento reforça o compromisso com a proteção de mulheres em cargos públicos. A iniciativa prevê medidas institucionais para apurar denúncias com transparência e para promover campanhas de conscientização sobre violência de gênero. A Câmara informou que acompanhará os desdobramentos do caso e manterá a imprensa informada com dados e prazos. Por fim, a moção sinaliza uma agenda pública clara: fortalecer a participação feminina, exigir respeito mútuo entre vereadores e criar um ambiente legislativo em que a democracia seja efetiva para todas as pessoas.

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