A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) intensifica as ações voltadas para a castração e prevenção da Leishmaniose em animais. Nesta segunda-feira (18), ocorreu a 6ª reunião do Grupo de Trabalho da Causa Animal, discutindo avanços nas políticas públicas de proteção animal no estado.
Avanços em Cuiabá: Castração e Apoio a Protetores
A diretora da Secretaria de Bem-Estar Animal de Cuiabá, Morgana Ens, detalhou os programas da capital. Dois projetos permanentes de castração beneficiam famílias de baixa renda, em parceria com a UFMT, e são realizados em mutirões semanais. Além disso, um mutirão mensal ampliado aumenta o número de atendimentos, ultrapassando cem castrações mensais, o que contribui para diminuir a fila de espera e promove a castração e prevenção Leishmaniose.
Morgana ressaltou a importância do suporte público para ONGs e protetores independentes. Esses voluntários, muitas vezes, arcam com os custos de vacinas e cirurgias. Portanto, o apoio do Estado é crucial para que eles continuem seu trabalho essencial de acolhimento e tratamento de animais abandonados.
O presidente do Grupo de Trabalho, Nilton Portela, elogiou a pluralidade dos debates e a integração entre sociedade e poder público. Ele destacou que Cuiabá tem um número considerável de animais em situação de rua, e a prefeitura já iniciou ações para mudar esse cenário. Ademais, o deputado Max Russi tem destinando emendas para castrações e a construção de centros cirúrgicos em diversos municípios, visando a castração e prevenção Leishmaniose.
Centro Cirúrgico e Prevenção da Leishmaniose
Uma das medidas em andamento é a construção de um centro cirúrgico em Alto Garças, que será viabilizado por emenda do deputado Max Russi. Este espaço, na região do Vale do São Lourenço, promete ser um ponto de apoio fundamental para a causa animal e a luta contra a castração e prevenção Leishmaniose.
A reunião também abordou o mês de conscientização sobre a leishmaniose. Cibeli Ribeiro de Matos, superintendente do Ibama em Mato Grosso, enfatizou a vulnerabilidade de cães e gatos ao mosquito transmissor da doença. Assim, a prevenção, incluindo a limpeza de quintais e ruas, é vista como a melhor abordagem para proteger tanto os animais quanto os seres humanos, complementando as ações de castração e prevenção Leishmaniose.
Em conclusão, as iniciativas reforçam que a castração e prevenção da Leishmaniose exigem continuidade e planejamento. Mais do que ações pontuais, representam a consolidação de uma política pública que valoriza o cuidado com a vida e a cooperação entre Estado e sociedade.
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