O empresário Marcelo Bozetti, um dos alvos da Operação Peso Bruto, divulgou nota afirmando que está colaborando com a Polícia Federal e fornecendo todas as informações solicitadas durante a apuração sobre a extração de calcário em Rosário Oeste. Ele diz possuir documentos e pareceres técnicos que comprovam que a atividade ocorreu dentro da legalidade; ademais, parte desses documentos já resultou em decisões administrativas favoráveis, o que evidencia a regularidade da mineração. Portanto, ele reforça que está à disposição das autoridades.
Segundo Bozetti, a defesa acredita que, com o andamento das investigações, ficará demonstrada a regularidade da mineração. “Ressalta-se que a investigação encontra-se em fase inicial e que, até o presente momento, não há qualquer condenação ou decisão definitiva que atribua responsabilidade a quem quer que seja”, diz a nota. No entanto, a defesa reforça que os próximos passos podem confirmar a regularidade.
Além disso, ele afirma que continuará à disposição das autoridades e mantém o compromisso com a legislação ambiental e minerária.
regularidade da mineração
Por fim, Bozetti reafirma sua confiança no regular andamento das apurações e na demonstração da regularidade da mineração, destacando que o foco da operação é apurar irregularidades com base em provas, e não atribuir responsabilidades sem fundamentação.
ÍNTEGRA DA NOTA
- Bozetti afirma que está colaborando integralmente com as autoridades e prestando todos os esclarecimentos no âmbito da investigação.
- Informa que as questões que deram origem à apuração já vêm sendo discutidas perante os órgãos administrativos competentes e que dispõe de documentação e elementos técnicos que demonstram a regularidade da mineração.
- Confia que, com o prosseguimento das investigações e a análise dos elementos técnicos apresentados, a regularidade da conduta será demonstrada.
A Polícia Federal deflagrou a operação na terça-feira (4) e investiga um suposto esquema de extração irregular de calcário em Rosário Oeste, com prejuízo superior a R$ 3 milhões à União. Além disso, durante a operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Cuiabá. A PF suspeita que a mineração tenha sido realizada além da área autorizada pelas licenças ambientais e pelos títulos de exploração.
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