O pai da bebê de 10 meses, atendida com hematomas e suspeita de traumatismo craniano, é apontado como agressor após uma discussão com a companheira, uma adolescente de 15 anos. A colocação de um piercing foi citada pela polícia como motivação para o conflito e para a agressão física, segundo testemunhas e apurações iniciais.
Colocação de um piercing
No entanto, durante o interrogatório, a adolescente relatou que o companheiro ficou irritado ao descobrir a colocação de um piercing, sem o consentimento ou autorização dele.
Portanto, durante a briga, ela o teria acertado com o rodo e ele, com raiva, tomou o objeto e tentou descontar atingindo a bebê.
Além disso, como a criança não parava de chorar, os dois decidiram levá-la ao hospital, onde ainda tentaram abandoná-la.
Por fim, os policiais chegaram no momento em que o casal deixava a unidade. Questionada, a adolescente afirmou aos policiais que não queria mais a filha e chegou a dizer que “seria melhor se ela morresse”.
Essa situação evidencia a gravidade de conflitos familiares envolvendo menores e ressalta a necessidade de respostas rápidas da rede de proteção. A polícia continua apurando os detalhes, incluindo a motivação apresentada pela mãe e as circunstâncias do atendimento médico, para orientar medidas cabíveis e evitar novas situações de risco.
- Motivação apontada: a colocação de um piercing.
- Abandono da vítima: tentativa durante o atendimento.
- Posicionamento policial: chegada no momento da saída do hospital.
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