O senador Wellington Fagundes, homologado candidato ao Governo de Mato Grosso pelo PL, afirmou que aceitou com tranquilidade a decisão da maioria da legenda de rejeitar a aliança PL MDB neste ano. Portanto, mesmo defendendo publicamente a composição entre as siglas, prevaleceu o desejo da maioria interna. Além disso, ele destaca que o diálogo entre as siglas precisa seguir as regras internas e o respeito às decisões coletivas.
aliança PL MDB no centro
Essa posição tem peso político porque Wellington é sogro da deputada estadual Janaína Riva (MDB), presidente estadual do partido e pré-candidata ao Senado. No entanto, o parlamentar ressaltou que respeita as decisões internas da sigla, e que a rejeição da aliança PL MDB não altera sua leitura sobre o tema. Para mais contexto, consulte a Convenção MDB MT: data e pauta em Cuiabá.
- PL rejeita aliança com MDB
- Wellington defende a decisão interna, não é imperador
- A relação familiar não define a campanha
Durante o período de pré-campanha, algumas lideranças do PL chegaram a ameaçar não apoiar o projeto caso o partido coligasse com o MDB. Entre elas estavam o deputado federal José Medeiros e o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini. Além disso, a possível aliança PL MDB já era tema de debate entre filiados. Além disso, o cenário mostra que as decisões internas precisam ser acompanhadas de planejamento estratégico e comunicação clara com o eleitor.
Contudo, Wellington minimizou a possibilidade de a relação familiar influenciar os rumos da campanha, dizendo que laços pessoais não obrigam dois a estarem no mesmo projeto político. Portanto, a leitura de que a relação familiar não define a agenda pública é fortalecida pela própria história. Aliás, Janaína tem CPF próprio e trilha um caminho independente, o que confirma que a aliança não depende de laços de parentesco para avançar.
“Janaína tem CPF próprio. Antes do Wellington ter amizade com a Janaína, ela já era deputada, e talentosa. Três vezes a mais votada e a única mulher na Assembleia Legislativa”, elogiou.
O senador afirmou que o casamento entre Janaína e seu filho, Diógenes Fagundes, deve ser encarado apenas sob o aspecto familiar, e não como aliança política. “Ela veio a casar com meu filho, que eu, inclusive, fui cupido”, brincou.
Mais detalhes sobre o tema podem ser conferidos nesta leitura: MDB negocia espaço para a candidatura ao Senado Federal.









