Portanto, o Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nessa segunda-feira (20), Márcio Ribeiro Moreira, o “Márcio Cabelo”, a 21 anos e 8 meses de reclusão em regime fechado pelo homicídio qualificado do agente prisional Ivan Fernandes em 2013.
Além disso, o Conselho de Sentença reconheceu a autoria, a materialidade e a qualificadora do motivo fútil.
homicídio qualificado
O homicídio qualificado, conforme discutido durante o júri, envolveu a escolha de uma arma e o uso de violência para intimidar a vítima.
Portanto, na noite de 28 de agosto de 2013, em frente ao Bar P2, no CPA IV, Ivan assistia a um jogo de futebol quando pediu para o réu baixar o volume do som do carro.
Em resposta, Márcio voltou ao veículo, pegou uma arma e disparou contra o agente, atingindo-o no abdômen.
A vítima passou quase um ano internada, enfrentando mais de 10 cirurgias devido às complicações do ferimento.
Entre agosto de 2013 e 2014, Ivan não resistiu e morreu em 11 de agosto de 2014.
Com o óbito, o Ministério Público de Mato Grosso alterou a denúncia de tentativa de homicídio para homicídio consumado.
Leia também: para o MP, não havia justificativa para a reação, e o pedido para diminuir o som foi feito de forma educada e a vítima não deu causa ao crime.
Os jurados entenderam que o assassinato foi motivado por algo banal.
No momento de fixar a pena, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira considerou a alta culpabilidade do réu, os maus antecedentes, as circunstâncias do crime e a gravidade das consequências.
Foi destacado que Ivan era jovem e deixou uma filha de 3 anos na época do fato.
Ao final, além da pena, a magistrada determinou a prisão imediata de Márcio Ribeiro Moreira.
Ele não poderá recorrer em liberdade e já inicia o cumprimento da pena no regime fechado.
Para mais informações, acesse o Portal 163: Portal 163.
• Condenado a 21 anos e 8 meses • Crime ocorreu em Cuiabá, 2013 • Homicídio qualificado, motivo fútil • Prisão imediata anunciada










