A Justiça de Mato Grosso autorizou a quebra do sigilo de dados dos celulares apreendidos com Luiz Santos da Silva e Graciely Alves da Silva, conhecida como “Preta Branca”, para aprofundar as investigações de tráfico em Cáceres. Além disso, a apuração envolve a violação de tornozeleira.
Na mesma decisão, o juiz Vinícius Paiva Galhardo, da 4ª Vara Criminal de Cáceres, manteve a prisão preventiva de Luiz; no entanto, pediu manifestação do Ministério Público sobre a violação de tornozeleira envolvendo Graciely. Além disso, as investigações ganham fôlego com a análise de mensagens e registros de deslocamento, o que pode confirmar novos pontos de atuação do grupo criminoso. Em paralelo, as equipes da polícia reforçam as ações de monitoramento, buscando evitar que atividades ilícitas voltem a ocorrer.
- Quebra de sigilo de dados dos celulares apreendidos
- Prisão de Luiz e monitoramento de Graciely
- Audição sobre violação de tornozeleira
Conforme o boletim de ocorrência, a prisão ocorreu em setembro de 2025; além disso, denúncias anônimas indicaram que a residência na Rua Juscelino Kubitschek funcionava como ponto de venda de drogas. Segundo as informações repassadas aos policiais, a casa pertencia a uma mulher conhecida como “Preta Branca”, que, juntamente com seu companheiro, seria responsável pela venda de drogas no local.
Durante patrulhamento, equipes da Força Tática localizaram um casal em uma motocicleta. O passageiro, Luiz, estava com a tornozeleira eletrônica desligada e carregava um invólucro de droga; portanto, Graciely conduzia a moto.
Na abordagem, os policiais encontraram dois tabletes de maconha, além de dois invólucros da mesma droga e um invólucro de pasta base de cocaína na bolsa de Graciely. Luiz admitiu que havia deixado de carregar a tornozeleira por vários dias. Além disso, confira mais detalhes em Portal163: Portal163 Notícias.
Ao analisar o pedido da Polícia Civil, o magistrado autorizou o acesso ao conteúdo dos dois celulares apreendidos para aprofundar as investigações.
Em relação às medidas cautelares, o juiz manteve a prisão preventiva de Luiz, entendendo que os fundamentos persistem desde outubro de 2025. Já Graciely permanece em liberdade provisória, monitorada por tornozeleira eletrônica; no entanto, diante da suspeita de violação da tornozeleira, o magistrado abriu vista ao Ministério Público para manifestação. Mais detalhes sobre o caso também podem ser acompanhados no link de prisões em MT: Prisão de investigado por golpes em MT e Operação Gênesis.
violação de tornozeleira
Portanto, o MP deverá se manifestar sobre o caso, que segue em apuração. Além disso, a continuidade da vigilância eletrônica visa evitar riscos à segurança pública, e as informações coletadas devem embasar novas medidas judiciais. Em resumo, a apuração segue avançando com base em dados apresentados pela Polícia Civil e com a supervisão do judiciário, enquanto a comunidade aguarda desfechos mais contundentes.










