Feminicídio em Minas: Advogada contesta versão do pai da menina morta

Advogada contesta versão do pai da menina morta
Advogada contesta versão do pai da menina morta em investigação do feminicídio em Minas Gerais
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Feminicídio em Minas: Advogada contesta versão do pai da menina morta

Na investigação do feminicídio cometido contra a filha de 12 anos, Olga Beatriz Santos da Silva, a família da adolescente contesta a versão apresentada pelo pai, Claudinei da Silva. Segundo a advogada Dayane Rodrigues, a menina sequer possuía celular próprio, portanto, não havia como ter mantido conversas com meninos em redes sociais.

“A Olga não tinha celular. Quando conversava com o pai, era pelo telefone da mãe. Quando falava com a mãe, era pelo telefone do pai”, afirmou Claudinei, no entanto, a defesa questiona essa versão.

Menina não tinha celular

De acordo com a advogada, Olga utilizava eventualmente os celulares da mãe e do pai para se comunicar, mas não tinha aparelho próprio nem mantinha conversas sem o conhecimento dos responsáveis. Além disso, a defesa também questiona a hipótese de que a adolescente mantivesse algum relacionamento amoroso, mas, em conclusão, a mãe descarta essa hipótese e afirma que a menina tinha 12 anos de idade e brincava de boneca.

Conforme o delegado Nilson Farias, Claudinei confessou ter esganado a filha após uma discussão dentro de casa. O suspeito relatou que verificava conversas da adolescente quando o desentendimento começou. A adolescente foi encontrada pela mãe dentro de um quarto da residência, e familiares ainda tentaram socorrê-la, mas ela não resistiu.

Por exemplo, a motivação do crime ainda não foi esclarecida e cabe à Polícia Civil aprofundar as investigações. Segundo Dayane Rodrigues, ainda há diversas pessoas que precisam ser ouvidas para que a dinâmica do crime seja totalmente esclarecida. Portanto, é importante lembrar que o caso segue sendo investigado pela DHPP.

Para saber mais sobre o caso, clique aqui para ler a notícia completa: Feminicídio em Minas Gerais.

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