Em uma sentença que reforça a gravidade do feminicídio, o homem que matou a ex-namorada com fogo foi condenado a 29 anos e três meses de prisão, em regime fechado. O júri foi realizado na terça-feira, 26, em Paranatinga (373 km de Cuiabá), após o Ministério Público apresentar provas convincentes do crime.
Além disso, o réu foi condenado por perseguir e violentar psicologicamente a ex. Ele clonou o celular de Juliana para vigiar mensagens e saber onde ela estava. Também fazia ameaças de se matar e controlava os passos dela.
Feminicídio em Mato Grosso: uma realidade que precisa ser combatida
Portanto, a condenação do homem que matou a ex-namorada com fogo é um passo importante na luta contra o feminicídio em Mato Grosso. Além disso, é fundamental que as medidas de prevenção e combate ao crime sejam implementadas de forma eficaz.
- O crime ocorreu em setembro de 2024, quando o casal discutiu e Djavanderson jogou álcool em Juliana, depois ateou fogo. Os dois se queimaram, e ela teve 90% do corpo atingido, com queimaduras de 2º e 3º graus.
- Juliana foi levada para o Hospital Municipal de Cuiabá, ficou internada em estado grave, mas morreu dias depois.
No dia do crime, Juliana mandou mensagens para a mãe com o endereço e pediu socorro. Só conseguiu sair quando a mãe chegou. Houve nova briga, e Djavanderson jogou o combustível nela e ateou fogo.
Para a acusação, ele agiu assim porque não aceitava o fim do relacionamento e quis impedir qualquer defesa da vítima.
Além disso, o homem clonou o celular de Juliana para vigiar mensagens e saber onde ela estava. Também fazia ameaças de se matar e controlava os passos dela.
Em conclusão, a condenação do homem que matou a ex-namorada com fogo é um passo importante na luta contra o feminicídio em Mato Grosso. Leia também: Feminicídio em MT: é um problema sério.
Para saber mais sobre o feminicídio em Mato Grosso e como podemos trabalhar juntos para erradicar esse crime, leia também: “Não podemos normalizar 18 feminicídios em MT”, diz Coronel Fernanda no Congresso.
Além disso, é importante lembrar que o feminicídio é um crime grave e que todos devemos trabalhar juntos para prevenir e combater esse tipo de violência.
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