Fraude na educação de Cuiabá negada por ex-secretário

Fraude na educação de Cuiabá
Ex-secretário Amaury Monge nega fraude na educação de Cuiabá e acusa a gestão municipal
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Apesar de não ter tido seu nome mencionado, o ex-secretário Amaury Monge esteve na Câmara de Vereadores para defender seu período à frente da Secretaria de Educação de Cuiabá, negando fraudes na educação e atacando a gestão municipal.

Ao negar as fraudes, o ex-secretário acusou a prefeitura de irregularidades, alegando que deixou a pasta por conta de problemas que estavam ocorrendo por parte da prefeitura.

Fraude na educação de Cuiabá: uma investigação em andamento

O prefeito Abilio Brunini detalhou a possível fraude, explicando que foram identificadas compra em excesso, sobrepreço, além da qualidade duvidosa dos conteúdos, possivelmente criados por inteligência artificial.

“Foi feita aquisição de material, livros principalmente, em excesso, de forma desnecessária.”

Além disso, Amaury Monge alegou que deixou a pasta por conta de irregularidades que estavam ocorrendo por parte da prefeitura.

“Saí porque estava vendo o colapso que ia acontecer. E não é só na Educação.”

  • Amaury Monge negou as fraudes e atacou a gestão municipal;
  • O prefeito Abilio Brunini denunciou um suposto esquema de fraude de R$ 80 milhões na Secretaria de Educação de Cuiabá;
  • A investigação está em andamento.

Por exemplo, Amaury Monge disse que as compras suspeitas de materiais pedagógicos são centralizadas na própria Prefeitura e passam pelo crivo da Secretaria de Aquisições.

“Não há possibilidade jurídica e técnica de isso acontecer pelo fluxo processual de qualquer aquisição na prefeitura.”

Além disso, o ex-secretário explicou que há também parecer da Procuradoria do Município favorável às aquisições.

Por isso, Amaury Monge alegou que deixou a pasta por conta de irregularidades que estavam ocorrendo por parte da prefeitura.

Concluindo, a situação está gerando dificuldades para fornecedores.

Segundo ele, a empresa terceirizada para CADs não recebeu os últimos três meses de 2025 e a fornecedora de uniformes e kits escolares também não recebeu.

“Empresas sérias que forneceram para a prefeitura estão correndo risco de falência.”

Portanto, a investigação está em andamento e a situação está gerando preocupação.

Por exemplo, a compra de livros ao custo de R$ 800 é considerada suspeita.

Além disso, a qualidade dos conteúdos é duvidosa.

Segundo o prefeito Abilio Brunini, a justificativa técnica é contraditória com o material entregue.

Por isso, a investigação está em andamento.

Em conclusão, a situação está gerando preocupação.

Para saber mais sobre a investigação, clique aqui.

Além disso, a situação está gerando dificuldades para fornecedores.

Por exemplo, a empresa terceirizada para CADs não recebeu os últimos três meses de 2025.

Por isso, a investigação está em andamento.

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