”Angeliquinha” e mais 13 se tornam réus
A 7ª Vara Criminal de Cuiabá aceitou a denúncia do Ministério Público contra 14 pessoas acusadas de integrar organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes. A decisão foi proferida pelo juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, nesta quinta-feira (14).
Entre os denunciados estão Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”; Desirée Santos de Souza Bruno, conhecida como “Xeque Ouro”; Adriano Alves Moreira, o “Enzo”; Edimar Ormeneze, o “Mazinho”; Humberto Esteves Pereira, o “Abuuu”; e Dionil Willy Ferreira de Souza, o “Negão da Cachoeira”.
Também foram denunciados Mylena Gonçalves de Barros, Carla da Silva Matos, Emilly Luane de Souza Belasque, Lucas Aparecido Miranda, Allannys Crisceilly Alves de Lima, Kamila dos Santos Eleutério, Raul Pereira da Silva Júnior e Samoel de Jesus, o “S.G. Preto”.
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O juiz homologou o pedido do MP para arquivar parte do inquérito. Foram arquivadas as investigações contra Luiz Felipe Silva de Oliveira, Gabrieli Alves de Souza, Sara Maria Pereira Freitas, Leandro de Souza Silva e Ancelmo Lopes de Souza, por falta de provas mínimas.
Garcia também revogou a prisão preventiva de Gabrieli Alves de Souza e Beatriz Vitória da Silva Campos. Segundo a decisão, não há mais elementos que justifiquem a manutenção da prisão delas. Já o pedido de revogação da prisão de Sara Maria Pereira Freitas foi considerado prejudicado, porque não havia mandado de prisão expedido contra ela.
O magistrado entendeu que a denúncia do MP atende aos requisitos legais e está amparada em indícios de autoria e materialidade. Com isso, determinou a citação dos acusados para apresentarem resposta em 10 dias.
O MP foi intimado a informar, em 10 dias, quais aparelhos telefônicos apreendidos tiveram os dados extraídos e onde estão os laudos e relatórios. O Ministério Público também deve indicar se ainda há perícias pendentes.
O sigilo dos autos foi retirado.
“RECEBO a denúncia oferecida em face dos réus supracitados, por satisfazer os requisitos legais, vez que amparada em indícios de autoria e materialidade. Citem-se e intimem-se os acusados para apresentarem, por meio de representante com capacidade postulatória, resposta à acusação, no prazo de 10 (dez) dias, conforme determina o artigo 396 de CPP.”, decidiu o juiz.
Líder do CV
no norte do estado. Ela soma mais de 250 anos de prisão por crimes como homicídio qualificado, ocultação de cadáver e tráfico de drogas.
Em março de 2025, foi condenada a 99 anos e 11 meses de reclusão pelo assassinato e tortura de quatro trabalhadores em Nova Monte Verde (MT) em 2022, cujos corpos foram ocultados.
, em Cuiabá, em agosto de 2025, e permanece foragida, sendo alvo de operações policiais, incluindo a “Operação Showdown” em 2026.









