Fuga de assaltantes em Confresa: piloto de barco preso

Fuga de assaltantes em Confresa
Piloto de barco preso em fuga de assaltantes em Confresa
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Uma das peças-chave na fuga dos criminosos envolvidos no ataque à empresa de transporte de valores ocorrido em Confresa, em abril de 2023, foi presa pela Polícia Civil de Mato Grosso, durante os trabalhos da Operação Pentágono, deflagrada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), na quinta-feira (9.4), em cinco estados do país.

As equipes da GCCO percorreram cerca de 140 quilômetros por estrada de terra, em um trajeto de aproximadamente cinco horas para prender o investigado, que foi localizado e preso em uma zona rural do município de Novo Repartimento (PA), a mais de 2.700 quilômetros de Cuiabá.

Fuga de assaltantes em Confresa

  • A atuação de piloteiros, como o investigado preso, conduziu os integrantes do grupo criminoso pelas rotas fluviais.
  • O homem é apontado como um dos cinco piloteiros responsáveis pela condução das embarcações utilizadas na fuga do grupo criminoso, na travessia pelo Rio Araguaia.
  • A prisão reforça o trabalho investigativo conduzido pela GCCO ao longo dos últimos anos e que teve como objetivo de desarticular completamente a organização criminosa.

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A investigação apontou que o homem era o responsável pela logística de fuga da organização criminosa e pela condução das embarcações que possibilitaram a travessia dos criminosos entre estados. Além disso, imagens obtidas durante a investigação mostram o suspeito no município de Vila Rica (MT), dias antes do crime, fazendo compras em um supermercado, o que indica sua participação no planejamento e preparação da ação criminosa.

No entanto, a prisão de um dos piloteiros não significa o fim da operação. Em conclusão, a GCCO continua a trabalhar para desarticular a organização criminosa e prender os demais envolvidos no crime.

Além disso, a atuação de piloteiros como o investigado preso conduziu os integrantes do grupo criminoso pelas rotas fluviais, dificultando a ação das forças de segurança. Portanto, a prisão reforça o trabalho investigativo conduzido pela GCCO.

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