Abacaxi Resistentes e Produtivos em Mato Grosso
Em Mato Grosso, pesquisadores desenvolveram abacaxis mais resistentes e produtivos, graças a mais de uma década de pesquisa conduzida pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), com fomento do Estado, através da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat). Este é um grande passo para a agricultura regional!
Com foco em resistência a doenças, características agronômicas e viabilidade produtiva, as novas cultivares Esmeralda e Rubi foram lançadas em 2024. Portanto, elas oferecem uma alternativa tecnológica para os produtores, reunindo resistência genética a doenças, melhoria no manejo, maior padronização da produção e redução de custos com insumos.
A cultura do abacaxi tem relevância econômica no Brasil, com destaque para o consumo in natura e potencial de exportação. No entanto, atualmente, o principal problema fitossanitário da cultura no Brasil é a fusariose do abacaxizeiro (causada pelo fungo Fusarium guttiforme), que afeta sobretudo cultivares tradicionais como Pérola e Jupi, bastante suscetíveis à doença.
As novas cultivares Esmeralda e Rubi apresentam características agronômicas e de qualidade de fruto bem definidas, com destaque para a Unemat Rubi, que possui formato cilíndrico, polpa amarela, massa média de 1,6 kg e teor de sólidos solúveis de 13 °Brix.
Além disso, a ausência de espinhos nas folhas facilita operações como tratos culturais, colheita e manejo geral da lavoura, reduzindo riscos de acidentes e aumentando a eficiência operacional. Em resumo, as novas cultivares oferecem uma alternativa tecnológica para os produtores.
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As cultivares Unemat Esmeralda e Rubi apresentam resistência a fusariose, o que reduz a necessidade de intervenções químicas e contribui para maior estabilidade produtiva. Portanto, elas oferecem uma alternativa tecnológica para os produtores.
Diante do sucesso das novas cultivares, é importante destacar a importância da pesquisa pública na geração e difusão de tecnologias para o fortalecimento da agricultura em Mato Grosso. Em conclusão, o desenvolvimento das cultivares Esmeralda e Rubi representa uma alternativa tecnológica para os produtores.










