TJ mantém home care para paciente com ELA e manda Estado assumir tratamento

Paciente com ELA recebendo tratamento em casa.
Paciente com ELA tem tratamento domiciliar garantido por decisão judicial.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Em uma decisão recente, a Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a obrigação de fornecer tratamento domiciliar na modalidade home care a uma paciente com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), mas determinou que o cumprimento da obrigação seja direcionado prioritariamente ao Estado de Mato Grosso. Além disso, a equipe multiprofissional responsável pelo tratamento será composta por profissionais de saúde qualificados e experientes.

A decisão foi disponibilizada nesta segunda-feira (16) e visa garantir que a paciente receba o tratamento necessário para sua condição.

Por exemplo, a paciente, de 63 anos, moradora de Colíder (650 km de Cuiabá), sofre de ELA, doença neurodegenerativa grave e progressiva que compromete os movimentos e provoca dependência total de cuidados.

  • A ação foi proposta por uma paciente que sofre de ELA;
  • O Município de Colíder e o Estado de Mato Grosso foram condenados solidariamente a fornecer o tratamento domiciliar;
  • No entanto, o Tribunal determinou que a obrigação seja cumprida prioritariamente pelo Estado de Mato Grosso.

Além disso, o Tribunal destacou que a realização de perícia judicial é desnecessária quando o diagnóstico e a indicação do tratamento estão devidamente comprovados por documentação médica.

Em conclusão, a decisão visa garantir que a paciente receba o tratamento necessário para sua condição e que a obrigação seja cumprida de forma eficaz.

Por exemplo, a equipe multiprofissional responsável pelo tratamento será composta por profissionais de saúde qualificados e experientes.

Segundo o Tribunal, a obrigação de fornecer o tratamento será cumprida prioritariamente pelo Estado de Mato Grosso, por se tratar de serviço de alta complexidade e alto custo.

No entanto, o Município de Colíder continuará responsável de forma subsidiária, devendo assumir o fornecimento do tratamento caso haja descumprimento da decisão pelo Estado.

Portanto, a decisão visa garantir que a paciente receba o tratamento necessário para sua condição e que a obrigação seja cumprida de forma eficaz.

Para saber mais sobre o tratamento em casa para ELA, clique aqui: https://portal163.com.br/tratamento-em-casa-para-ela.

Compartilhe :

Veja mais