Em uma ação de indenização por danos morais, a esposa do advogado Gaylussac Dantas Araújo, Juliana Magalhães, processa o Estado de Mato Grosso, após a operação da Polícia Civil em Cuiabá.
Na ação, a autora sustenta que teve sua residência alvo de mandados de busca e apreensão em novembro de 2024 e fevereiro de 2025, sem qualquer vínculo com os fatos investigados.
Operação Office Crime: Um Exemplo de Abuso de Poder?
A defesa sustenta que não houve posterior indiciamento ou convocação formal do casal para prestar esclarecimentos e que, ao final das investigações, outras pessoas foram identificadas como responsáveis pelo crime, sem ligação com a família.
A petição menciona diversas reportagens que associaram o nome do advogado investigado à existência de “barras de ouro” e a suposta participação em um “escritório do crime”. No entanto, a autora afirma que as informações divulgadas seriam distorcidas ou descontextualizadas.
Segundo a autora, a operação foi um exemplo de abuso de poder e violação dos direitos humanos.
A petição também menciona que a Operação Office Crime foi um exemplo de como o poder público pode se comportar de forma arbitrária e desrespeitosa com os direitos individuais.
Para saber mais sobre a Operação Office Crime e seus impactos, acesse nosso artigo: Operação Office Crime: Um Exemplo de Abuso de Poder? Além disso, é importante lembrar que a devolução de bens confirma a abusividade da operação. Acesse também o artigo: A devolução de bens confirma a abusividade da operação Office Crime e Policiais Investigados em Assassinato Retornam Parcialmente às Funções
A ação de Juliana Magalhães é apenas um exemplo de como a Operação Office Crime afetou vidas inocentes. Portanto, é importante que o Estado de Mato Grosso seja responsabilizado por esses danos.
Conforme a petição inicial, a entrada dos policiais armados na residência teria causado intenso abalo psicológico, medo e sensação de violação da intimidade familiar.
A petição menciona diversas reportagens que associaram o nome do advogado investigado à existência de “barras de ouro” e a suposta participação em um “escritório do crime”. No entanto, a autora afirma que as informações divulgadas seriam distorcidas ou descontextualizadas.
A petição também menciona que a Operação Office Crime foi um exemplo de como o poder público pode se comportar de forma arbitrária e desrespeitosa com os direitos individuais.
Para saber mais sobre a Operação Office Crime e seus impactos, acesse nosso artigo: Operação Office Crime: Um Exemplo de Abuso de Poder? Além disso, é importante lembrar que a devolução de bens confirma a abusividade da operação. Acesse também o artigo: A devolução de bens confirma a abusividade da operação Office Crime e Policiais Investigados em Assassinato Retornam Parcialmente às Funções
Conforme a petição inicial, a entrada dos policiais armados na residência teria causado intenso abalo psicológico, medo e sensação de violação da intimidade familiar.
A petição menciona diversas reportagens que associaram o nome do advogado investigado à existência de “barras de ouro” e a suposta participação em um “escritório do crime”. No entanto, a autora afirma que as informações divulgadas seriam distorcidas ou descontextualizadas.
A petição também menciona que a Operação Office Crime foi um exemplo de como o poder público pode se comportar de forma arbitrária e desrespeitosa com os direitos individuais









