Operação Gorjeta pode atingir outros institutos, aponta fonte

Investigação aponta para desvio de emendas parlamentares em Cuiabá
Operação Gorjeta investiga desvio de emendas parlamentares em Cuiabá
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Uma investigação recente aponta para o risco de que outros institutos também estejam envolvidos em práticas semelhantes às atribuídas ao Instituto Brasil Central (Ibraco), que é o principal alvo da Operação Gorjeta.

Segundo fontes ouvidas pelo Mídia Jur, há indícios de correlação entre institutos sem fins lucrativos que recebem verbas parlamentares, especialmente na destinação de recursos para eventos esportivos específicos.

Além disso, o levantamento das emendas impositivas previstas para 2025 evidencia um padrão de concentração de recursos em um único tipo de projeto, o que levanta alerta quanto aos critérios de fiscalização e à correta aplicação do dinheiro público.

Investigação aponta para desvio de emendas parlamentares

A Operação Gorjeta foi deflagrada na terça-feira (28) e apura o pagamento irregular de emendas parlamentares na Capital.

O Instituto Brasil Central (Ibraco) é responsável pela organização de diversas corridas de rua e é o principal alvo da investigação.

Segundo a investigação, institutos e associações receberam cerca de R$ 6,5 milhões em emendas de dez vereadores para a realização de corridas de rua em Cuiabá.

Além disso, a análise das emendas impositivas previstas para 2025 evidencia um padrão de concentração de recursos em um único tipo de projeto, o que levanta alerta quanto aos critérios de fiscalização e à correta aplicação do dinheiro público.

Em conclusão, a investigação aponta para um esquema de desvio de emendas parlamentares que pode envolver outros institutos além do Ibraco.

Medidas cautelares

Além do Ibraco, são alvos da operação o vereador Chico 2000 (PL), o empresário João Nery Chirolli, Magali Gauna Felizmino Chirolli, Joacir Conceição da Silva e Alex Jony Silva.

A prisão do vereador chegou a ser solicitada, mas o Judiciário determinou apenas a aplicação de medidas cautelares, entre elas o afastamento do mandato, a proibição de contato com outros investigados e testemunhas, a restrição de acesso às dependências da Câmara Municipal de Cuiabá e da Secretaria Municipal de Esportes, além da proibição de deixar a comarca e da entrega do passaporte.

Portanto, a investigação continua em curso e a Justiça está monitorando a situação.

Levantamento das emendas

Segundo o levantamento, institutos e associações receberam cerca de R$ 6,5 milhões em emendas de dez vereadores para a realização de corridas de rua em Cuiabá.

Além disso, a análise das emendas impositivas previstas para 2025 evidencia um padrão de concentração de recursos em um único tipo de projeto, o que levanta alerta quanto aos critérios de fiscalização e à correta aplicação do dinheiro público.

No entanto, é importante destacar que a investigação ainda está em andamento e mais informações serão divulgadas à medida que surgirem.

Para saber mais sobre a investigação e como ela pode afetar a cidade de Cuiabá, confira o artigo “Operação Gorjeta: o que você precisa saber” no Portal 163.

Além disso, é importante lembrar que a Justiça está monitorando a situação e tomará as medidas necessárias para garantir a aplicação correta do dinheiro público.

Em conclusão, a investigação da Operação Gorjeta é um exemplo da importância da fiscalização e da transparência no uso de recursos públicos.

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