A Justiça de Sinop confirmou a prisão de Pedro Padilha de Oliveira, 53 anos, investigado pelo brutal assassinato de sua namorada, Geovana Diogo da Silva, de 22 anos. O caso, marcado por extrema violência, ocorreu em um quarto de hotel. O vigilante preso feminicídio confessou o crime. A decisão foi proferida pela juíza Rosângela Zacarkim dos Santos, da 2ª Vara Criminal, que converteu o flagrante em prisão preventiva.
Vigilante preso feminicídio: A brutalidade do ato
O trágico evento aconteceu na segunda-feira (6), com o corpo da jovem sendo descoberto apenas no dia seguinte, após a mãe registrar o desaparecimento. Geovana foi encontrada sem vida em um hotel na BR-163, apresentando sinais claros de estrangulamento. Portanto, o autor empreendeu fuga, sendo posteriormente capturado no município vizinho de Santa Carmem.
A magistrada ressaltou a necessidade da prisão para garantir a ordem pública, destacando a periculosidade do agente e a gravidade do feminicídio. “O delito ceifou a vida de uma mulher em contexto de violência doméstica e familiar, revelando periculosidade do agente e extrema violência na execução do crime”, afirmou a juíza. Além disso, a decisão sublinha o desprezo do acusado pela vida da vítima.
Pedro e Geovana mantinham um relacionamento de curta duração, cerca de um mês. Segundo as investigações policiais, o encontro no hotel visava discutir o fim do relacionamento. No entanto, a discussão escalou e o vigilante, em um acesso de ciúmes, asfixiou a jovem com as próprias mãos.
Medidas e antecedentes do vigilante preso feminicídio
A juíza enfatizou que o feminicídio exige uma resposta firme do Estado, visando resguardar a ordem pública e prevenir novas ocorrências. “O feminicídio constitui uma das formas mais graves de violência contra a mulher, demandando resposta imediata do Estado para resguardar a ordem pública e evitar a reiteração delitiva”, pontuou Rosângela Zacarkim. Por exemplo, a decisão considera o histórico criminal do acusado.
Pedro Padilha de Oliveira possui antecedentes criminais e estava prestes a iniciar o cumprimento de um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) por furto. Consequentemente, para a juíza, essa situação reforça o risco de fuga e a urgência da prisão do vigilante preso feminicídio. Saiba mais sobre segurança pública em Portal 163.
Em conclusão, a magistrada considerou medidas cautelares alternativas, como monitoramento eletrônico ou proibição de contato com testemunhas, insuficientes e inadequadas para o caso. Assim sendo, a prisão preventiva foi a única medida julgada capaz de proteger a sociedade e assegurar a aplicação da lei penal.










