O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), avalia que diversos nomes estão a desistir de disputar vagas nas eleições de 2026. Portanto, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de não ampliar o número de cadeiras no Legislativo estadual impacta as pretensões políticas.
Desistência de candidatos: O cenário sem novas vagas
Inicialmente, especulava-se um aumento significativo, com a possibilidade de Mato Grosso passar de 24 para 27 ou até 30 deputados estaduais. No entanto, o STF manteve o número de 24, o que, segundo Russi, gera desânimo entre potenciais candidatos. A eleição para deputado é proporcional, e a disputa sempre se acirra, mas a expectativa de mais vagas criava um cenário diferente.
Max Russi, que deve trocar o PSB pelo Podemos, trabalha na formação da chapa partidária. Ele, considerado um ‘puxador de votos’, costuma atrair eleitores de média votação que buscam uma vaga na Assembleia. Além disso, a limitação de vagas pode intensificar disputas em outros grupos políticos.
Por exemplo, na federação entre União Brasil e Progressistas, já há movimentação para que nomes fortes migrem para partidos aliados. Isso ocorre para evitar o travamento do quociente eleitoral, que pode prejudicar candidatos com menor votação individual. A concentração de deputados experientes e suplentes expressivos no União Brasil, como Eduardo Botelho e Dilmar Dal Bosco, torna o cenário menos atrativo para novos postulantes, aumentando o risco de que mais pessoas desistem de disputar vagas.
Em suma, a ausência de ampliação no número de vagas para a ALMT traz uma nova dinâmica para as eleições de 2026. Consequentemente, a disputa tende a ser ainda mais focada e estratégica para os partidos que buscam consolidar sua representatividade no estado. Para mais informações sobre o cenário político em Mato Grosso, confira notícias locais.









