Um morador de Tangará da Serra ajuizou uma ação de usucapião de chácara na Justiça para formalizar a posse de uma área de 4,89 hectares na zona rural, onde vive com a família desde 1985, ainda que o imóvel não tenha registro em cartório. Além disso, ele afirma que a posse ocorre de forma mansa, pacífica e ininterrupta. Essa posição está fundamentada na ocupação contínua ao longo de décadas, com potencial de comprovação por testemunhas, documentos e uso efetivo do espaço, critérios que o processo de usucapião de chácara costuma exigir.
Usucapião de chácara
Portanto, ele alega ocupação estável, sem contestação, desde então. No entanto, a pretensão envolve o reconhecimento legal da posse.
Segundo a inicial, a propriedade foi adquirida por meio de contrato particular em 28 de outubro de 1985 com o antigo proprietário. Além disso, o pedido visa o reconhecimento do usucapião de chácara para regularizar a posse.
O processo tramita na 5ª Vara Cível do município, e o juiz Vagner Dupim Dias determinou as primeiras medidas. Assim, as próximas diligências deverão ocorrer.
- Além disso, citação do espólio do antigo proprietário e publicação de edital para eventuais terceiros interessados.
- Além disso, notificação das Fazendas Municipal, Estadual e da União para informarem se têm interesse no imóvel.
- O Ministério Público deverá ser ouvido.
- Por fim, expedição de mandado de constatação, com vistoria do local para verificar uso, ocupação e limites, com relatório e fotos para instruir o processo.
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Este caso envolve o usucapião de chácara e reforça o objetivo de regularizar a posse.
Conforme o andamento do processo, o juiz pode solicitar a oitiva de testemunhas, a apresentação de documentos e a conclusão de perícias para confirmar uso, ocupação e limites da área. Os envolvidos devem acompanhar as publicações oficiais, a fim de evitar surpresas ou contestações futuras. O caso reforça a importância de regularizar a posse com base na legislação vigente, principalmente para imóveis rurais sem registro cartorial, o que pode reduzir conflitos e facilitar a eventual titulação.










