União Brasil governo Lula: Jayme Campos aprova saída da legenda

Senador Jayme Campos discursando, focado na decisão do União Brasil sobre o governo Lula.
Jayme Campos analisa a saída do União Brasil do governo Lula, buscando coerência partidária.
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O senador Jayme Campos avaliou como acertada a União Brasil governo Lula, anunciada pelo presidente nacional do partido, Antonio Rueda. A medida determina o desembarque oficial da legenda da gestão federal, com entrega de ministérios e cargos. A decisão visa evitar infidelidade partidária.

Jayme Campos defende autonomia do União Brasil no governo Lula

Em entrevista concedida nesta sexta-feira (26), Jayme Campos ressaltou que seria hipócrita manter cargos e votar contra o governo. Assim, Rueda estaria agindo corretamente ao orientar a saída dos filiados da base do PT. “Eu acho correto. Se o partido não vai estar na paz aliada do governo federal, do Lula lá, tem que desembarcar”, afirmou.

Ademais, o parlamentar frisou a importância da coerência política. “Seria muita falta de critério e cinismo você participando de uma gestão pública e, por outro lado, votando contra”, completou, destacando a necessidade de alinhar ações e posicionamentos.

Apesar de ter espaço no Governo Lula, o União Brasil mantinha independência nas votações. Desta forma, a legenda tinha liberdade de ação tanto na Câmara quanto no Senado. A prioridade agora é a consolidação da decisão partidária.

Celso Sabino, filiado ao União Brasil, atualmente chefia o Ministério do Turismo. No entanto, a entrega do cargo não ocorrerá em 24 horas, como solicitado por Rueda. Sabino deve apresentar sua carta de demissão ao presidente Lula na próxima semana.

Conforme comunicado pelo partido, Sabino informou sua intenção de pedir exoneração. Ele pretende formalizar o pedido ainda na semana que vem, após a decisão da federação PP e União Brasil. A saída reforça o posicionamento da sigla.

A direção do partido manifestou “irrestrita solidariedade” a Rueda. Recentemente, o dirigente passou a constar em investigações da Polícia Federal. Estas apuram uma suposta infiltração do PCC em setores financeiros e de combustíveis. Assim, a situação requer atenção das lideranças políticas.

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