Um esquema de sonegação fiscal de R$ 4,4 milhões está sendo desmontado pelo O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Mato Grosso (Cira-MT) nesta terça-feira (12), em uma operação denominada Joio, que cumpre 11 ordens judiciais contra pessoas físicas e empresas. A sonegação fiscal é um crime grave e que afeta diretamente a arrecadação do Estado.
- A operação visa combater a fraude fiscal no estado.
- As investigações apontam que uma empresa do ramo de comércio de cereais teria simulado operações de exportação para usufruir indevidamente da imunidade tributária.
Segundo apurado, eram emitidos documentos fiscais ideologicamente falsos, com indicação de destinatários fictícios no exterior, sem a efetiva saída das mercadorias do território nacional.
O delegado titular da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários (Defaz), José Ricardo Garcia Bruno, destacou a atuação integrada das instituições no combate às fraudes tributárias estruturadas.
“A operação demonstra o comprometimento das instituições no enfrentamento qualificado aos crimes tributários e na recuperação de ativos desviados do Estado”, afirmou.
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As condutas investigadas configuram, em tese, os crimes previstos no artigo 1º da Lei nº 8.137/1990 (crimes contra a ordem tributária), além de falsidade ideológica, associação criminosa e lavagem de capitais.
Portanto, a sonegação fiscal é um crime grave e que afeta diretamente a arrecadação do Estado. Além disso, a operação Joio visa combater a fraude fiscal no estado e proteger os contribuintes honestos.
Em conclusão, a atuação integrada do Cira-MT é fundamental para assegurar a responsabilização dos envolvidos e a recuperação dos recursos desviados. A operação Joio é um exemplo da importância da atuação integrada das instituições no combate às fraudes tributárias.









