STJ dá 5 dias para Silval se defender sobre propina de R$ 22 milhões do VLT
Em uma decisão importante, o ministro Humberto Martins, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou que o ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, apresente em até 5 dias defesa prévia sobre denúncia do Ministério Público Federal (MPF), que o acusa de receber R$ 22 milhões em propina do Consórcio VLT.
A decisão foi encaminhada à Justiça de Matupá, cidade onde Silval mora, por carta precatória.
Além disso, o MPF afirma que Silval e Mauricio exigiram vantagens indevidas do consórcio vencedor da licitação do VLT em 2012.
Denúncia do MPF
O MPF afirma que Silval e Mauricio exigiram vantagens indevidas do consórcio vencedor da licitação do VLT em 2012, por meio de um esquema fraudulento que envolvia o aumento do item “PRI – Provisão para Riscos e Imprevistos” na planilha da obra.
Segundo o MPF, o total repassado de forma dissimulada chegou a R$ 22.364.691,45.
Investigações
A obra do VLT em Cuiabá e Várzea Grande nunca foi concluída e virou símbolo de superfaturamento e atrasos.
Investigações revelaram que a substituição do projeto do BRT pelo VLT serviu como cenário para arquitetar a solicitação de vantagens indevidas.
Defesa prévia
Agora, com o prazo de 5 dias correndo, Silval precisa apresentar defesa prévia antes do STJ decidir se abre ação penal contra ele.
Em conclusão, a decisão do STJ é um passo importante na luta contra a corrupção no estado de Mato Grosso.
Portanto, é fundamental que Silval apresente uma defesa sólida e transparente para esclarecer suas responsabilidades.
- Silval Barbosa, ex-governador de Mato Grosso, acusado de receber R$ 22 milhões em propina do Consórcio VLT.
- Maurício Souza Guimarães, ex-secretário da Secopa, também acusado de receber propina.
- Executivos de empresas do Consórcio VLT também foram denunciados.
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