O senador Wellington Fagundes (PL) é contra o projeto, aprovado pela Câmara Federal, que eleva de 513 para 531 o número de deputados federais. “Aumentar a gastança, jamais. O povo não aguenta mais pagar imposto, aumentar a taxa tributária e não ver o serviço chegando lá na casa do cidadão, na rua do cidadão”, dispara o liberal. Texto agora será debatido e votado no Senado.
O liberal, que teve seis mandatos na Câmara dos Deputados, ressalta defende a necessidade de ajustes na composição, beneficiando estados, como Mato Grosso, que têm baixa representatividade e registrou aumento populacional. “Tira [vagas] daqueles [Estados] que têm mais hoje e vai fazer a justiça de acordo com os estados que estão desenvolvendo, como é o caso de Mato Grosso”, defende o liberal.
Texto aprovado na Câmara Federal prevê o aumento de 18 novas vagas, das quais, duas seriam destinadas a Mato Grosso, que passaria a ter 10 parlamentares federais. Além de Wellington, os senadores mato-grossenses Jayme Campos (União) e Margareth Buzetti (PSD) se posicionam contrários à proposta.
A proposta tem gerado polêmica em todo o país porque, além de elevar os gastos para manter a Câmara dos Deputados, também terá efeito cascata nas Assembleias Legislativas de todo o país. Em Mato Grosso, por exemplo, o número subiria de 24 para 30.
Wellington sinaliza que como líder do Bloco Vanguarda, vai se articular contra o projeto e que acredita que a maioria dos senadores também vão votar contra o aumento de parlamentares no Brasil. Caso isso ocorra, texto volta apara a Câmara Federal para nova votação.
DEBATE NO CONGRESSO Senador pede ajustes na composição da Câmara, mas rechaça gastança Senador pede ajustes na composição da Câmara, mas rechaça gastança Texto aprovado na Câmara Federal prevê o aumento de 18 novas vagas, das quais, duas seriam destinadas a Mato Grosso










