O deputado estadual e secretário-geral do União Brasil em Mato Grosso, Dilmar Dal Bosco, solicitou a interferência do governador Mauro Mendes para que os deputados federais do partido, Coronel Assis e Gisela Simona, abram espaço para suplentes. Ele argumenta que ninguém se elegeu isoladamente, sendo crucial o apoio a aliados que compuseram o coeficiente eleitoral em 2022. Portanto, a discussão sobre o rodízio de deputados federais ganha força.
Dilmar ressaltou a necessidade de um diálogo direto, mencionando que já conversou com Fabio Garcia, chefe da Casa Civil. O objetivo é que o governador chame Coronel Assis e Gisela Simona para discutir a abertura de vagas. Por exemplo, Antônio Bosaipo, um suplente leal e fundamental na eleição dos federais, teria seu espaço valorizado.
Além disso, o parlamentar citou a senadora Margareth Buzetti (PP) como um modelo positivo, pois abriu espaço para o segundo suplente. No âmbito da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), todos os deputados do partido cumpriram acordos de abertura para suplentes. Desse modo, espera-se que os federais sigam o mesmo exemplo.
Rodízio de deputados federais: um pedido por lealdade
Embora Dilmar não tenha afirmado diretamente que a dupla estaria apegada ao cargo, indicou insatisfação dos suplentes. Afinal, eles participaram ativamente do processo eleitoral e merecem reconhecimento. Como ele bem pontua, poucos conseguem atingir um coeficiente federal expressivo isoladamente.
Contudo, a situação de Gisela Simona é um pouco distinta, visto que ela ocupa a vaga atualmente. No entanto, o ponto levantado é a importância de planejar o futuro. Para formar uma chapa competitiva para deputado federal, é fundamental considerar o rodízio, garantindo participação e reconhecimento a todos os envolvidos na campanha. Assim, a cobrança por um rodízio de deputados federais é justificada.
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Em conclusão, a articulação política em Mato Grosso busca equidade e cumprimento de acordos, visando fortalecer o partido e valorizar todos os seus membros. Portanto, a expectativa é que o governador Mauro Mendes atue para mediar essa questão.










