A Justiça intimou Edna Sampaio, a rachadinha ex-vereadora Cuiabá, a apresentar razões finais em 15 dias, no contexto de apurações sobre suposta apropriação indevida de R$ 20 mil da verba indenizatória de sua ex-chefe de gabinete entre setembro e dezembro de 2022.
O Ministério Público de Mato Grosso investiga uma possível irregularidade na destinação da Verba Indenizatória VI de cargo comissionado do gabinete, com transferências de R$ 20 mil da ex-chefe de gabinete, Laura Natasha Abreu, para uma conta indicada por William Sampaio, entre setembro e dezembro de 2022. Abilio UFMT Lula: Prefeito critica PT e acusa Lula de “matar” a universidade.
Laura Natasha, demitida grávida, acusou Edna de se apoderar da verba; no entanto, a defesa contesta a prática descrita como rachadinha ex-vereadora Cuiabá.
A imprensa divulgou prints de conversas entre Laura Natasha Abreu e William Sampaio, que mostram pedidos para que a chefe de gabinete depositasse a verba em uma conta única. A legislação determina que a verba indenizatória seja paga diretamente ao servidor pelo próprio agente público. Além disso, Portal 163 traz apuração sobre o tema.
A Câmara Municipal aprovou uma investigação interna que apontou que Edna ficou com cerca de R$ 196 mil dos servidores do gabinete, centralizando as despesas em uma única conta.
Edna afirma que mantinha um mandato coletivo; por isso, centralizava as despesas do gabinete em uma única conta.
Em 6 de junho de 2024, a Câmara cassou o mandato de Edna, impondo inelegibilidade de oito anos, por voto unânime no plenário.
Depois, em dezembro de 2025, a Terceira Câmara de Direito Público e Coletivo do TJMT anulou o ato; em fevereiro de 2026, a Câmara opôs embargos de declaração, mas o Tribunal rejeitou o recurso e manteve a anulação de todos os atos do PAD nº 6425/2024.
Apesar do mandato ter encerrado, a decisão do TJMT restabeleceu o direito de exercê-lo e revogou integralmente a inelegibilidade.
rachadinha ex-vereadora Cuiabá
- Transferências de R$ 20 mil da ex-chefe de gabinete para conta indicada
- Investigação interna aponta desvio de cerca de R$ 196 mil
- Decisões do TJMT anulam atos do PAD nº 6425/2024









