O deputado estadual Júlio Campos (União) reafirmou a pré-candidatura Jayme Campos ao Governo de Mato Grosso. Embora o senador Jayme ainda não tenha confirmado publicamente, Júlio declarou que ambos têm se empenhado intensamente no interior para fortalecer o nome do irmão. Assim, a movimentação no estado sugere um avanço significativo.
“Não é necessário falar que Jayme é pré-candidato, porque as ações mostram isso. Nós estamos andando mais que notícia ruim”, afirmou Júlio em tom bem-humorado. De fato, a dedicação em percorrer o interior demonstra um comprometimento com a campanha.
Fortalecendo a pré-candidatura Jayme Campos
Apesar de Jayme Campos não contar com o apoio do governador Mauro Mendes (União), que declarou preferência pelo vice Otaviano Pivetta (Republicanos), um pedido foi feito. Mendes teria solicitado que Jayme buscasse fortalecer sua pré-candidatura Jayme Campos dentro do União Brasil, visando manter a unidade partidária. Portanto, o diálogo interno é fundamental.
Júlio Campos lembrou, ademais, que o período eleitoral só se inicia oficialmente em abril. Por essa razão, a ausência de uma declaração formal de Jayme se justifica. O momento atual é de construção de bases.
“O partido sabe disso. Nós estamos trabalhando todo fim de semana, no interior, conversando com os companheiros. Não é o momento de colocar candidatura declarada, fazendo campanha. O projeto político vai definir a partir de abril, com a janela partidária em março”, explicou. Logo, a estratégia segue o calendário político.
Outros nomes como o vice-governador Otaviano Pivetta, o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) também são pré-candidatos ao Governo do Estado. A disputa promete ser acirrada.
Além disso, Júlio comentou sobre a movimentação partidária prevista para a próxima janela, que deve redesenhar o cenário político mato-grossense. A reconfiguração é esperada por muitos.
“Ninguém sabe quem vai ficar para cá, nem quem vai para lá. Aqui na própria Assembleia está numa mudança total. O presidente do PSB, deputado Max, está migrando sua tropa de choque para o Podemos; o deputado Chico Guarnieri, do PRD, já está mudando para o Republicanos; e o deputado Paulo Araújo, do União Progressista, está indo para o PRD”, destacou. Essa dinâmica demonstra a instabilidade e a fluidez do cenário político local.
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