Na política mato-grossense, a decisão da federação entre PRD e Solidariedade causou um impacto significativo nos planos políticos da base do governador Mauro Mendes (União) e do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), refletindo a Política em Mato Grosso.
A expectativa era de que o PRD se tornasse uma “válvula de escape” para lideranças de peso do grupo, abrindo espaço para a formação de chapas mais competitivas nas eleições proporcionais.
No entanto, com a intervenção da federação, esse cenário mudou.
Política em Mato Grosso: Consequências da Federação
Ficaram sem destino nomes de peso como Gilberto Figueiredo, secretário de Saúde, Alan Porto, secretário de Educação, e Allan Kardec, secretário de Secitec, além de deputados estaduais Paulo Araújo (PP) e Juca do Guaraná (MDB).
Ao contrário do que se esperava, a federação não contemplou o alinhamento estadual, como indica o ex-presidente do PRD em Mato Grosso, Mauro Carvalho.
“Infelizmente, na política, por interesses pessoais, vendem até a mãe pelo poder. Não faço, e nunca fiz política desta forma”, escreveu.
Com a decisão da federação, lideranças da base agora devem buscar abrigo em outras siglas.
No entanto, o movimento tende a gerar um novo problema: o inchaço de chapas já consideradas fortes.
Esse cenário pode resultar na chamada “chapa da morte”, quando o alto número de candidatos competitivos dificulta a eleição individual.
A federação entre PRD e Solidariedade foi anunciada poucas horas antes de um grande ato de filiações que aconteceria nesta tarde, em Cuiabá.
Estavam previstas a filiação de 62 vereadores, quatro prefeitos e 10 vice-prefeitos.
Agora, esses candidatos precisarão buscar alternativas em outras siglas.
Para saber mais sobre a política em Mato Grosso e as consequências da federação, leia nosso artigo: https://portal163.com.br/politica-em-mato-grosso-e-as-consequencias-da-federação/










