O Secretário de Educação, Alan Porto, rejeitou categoricamente a entrada da polarização escolas dentro do ambiente educacional. Segundo ele, o tensionamento ideológico tem minado a democracia brasileira.
Portanto, temas essenciais para a população acabam sendo ofuscados por discussões que não agregam valor ao aprendizado.
Polarização em escolas: Um freio no desenvolvimento
A declaração foi feita durante uma entrevista ao RdtvCast, onde Porto foi questionado sobre o impacto da polarização escolas no desenvolvimento da educação em Mato Grosso.
Em sua resposta, ele enfatizou que essa postura não é benéfica para nenhum setor da sociedade. “Polarização não é saudável em nenhum lugar,” afirmou.
No entanto, o secretário ressaltou a importância de opiniões e críticas serem respeitadas. Uma agenda de Estado, por outro lado, deve focar em diagnósticos precisos.
Medidas eficazes que vão ao encontro dos anseios da população, como educação de qualidade e segurança, são fundamentais.
Além disso, ele defendeu que a política é essencial para alcançar esses objetivos, mas que é preciso buscar um ponto de equilíbrio.
O secretário considera um erro levar o embate político para dentro das salas de aula. A polarização escolas, para ele, só agrava a situação.
Ademais, Porto defende que políticos eleitos devem governar para todos, independentemente de quem os votou. “Eu penso a Educação acima de qualquer interesse político,” frisou.
Ele acredita que todos os governantes, sem exceção, têm o dever de servir à coletividade. Isso inclui respeitar as pessoas, independentemente de sua raça, gênero ou partido.
Portanto, é preciso priorizar o bem-estar e as necessidades da população, deixando as divergências ideológicas de lado no ambiente escolar.
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