Perseguição policial cocaína presente: denúncia

Perseguição policial cocaína presente: escrivão da Polícia Civil é acusado e apuração está em andamento.
Imagem sobre denúncia de perseguição policial envolvendo cocaína presente e apuração pela Corregedoria.
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Um escrivão da Polícia Civil é acusado por uma mulher de perseguição, assédio sexual, abuso de autoridade e de ter oferecido uma porção de cocaína como “presente”, durante uma série de abordagens e contatos que, segundo ela, ocorreram após o policial ter acesso aos seus dados pessoais. Portanto, segundo a denúncia, houve perseguição policial cocaína presente, envolvendo ainda um investigador da corporação que acompanharia o escrivão em algumas situações. Além disso, a vítima descreve que os contatos passaram a ocorrer com maior frequência, mesmo depois de ela ter feito exigências de distância.

perseguição policial cocaína presente

Segundo o relato apresentado à polícia, o início ocorreu no fim de 2025, em Poconé, após a mulher registrar violência doméstica contra o ex-companheiro, que é faccionado. Ela afirma ter acreditado que o escrivão teria acesso ao seu número de telefone por meio dessa ocorrência e, a partir de então, passou a procurá-la com frequência, fazendo investidas e sugerindo um relacionamento. Portanto, a aparência de pressão aumentou com o passar dos dias; assim, as tentativas passaram a ocorrer em horários diferentes.

Entre os episódios narrados, a mulher afirma que o policial teria ido até sua residência e entregue uma porção de cocaína, dizendo que se tratava de um “presente”. Além disso, mesmo após recusar as investidas, o escrivão teria insistido em manter contato e sugeriu um relacionamento, inclusive em um período em que ela estava grávida. “Mesmo assim ainda te quero”, ter dito o policial. Assim, a vítima descreve a persistência e o desconforto causados pelas abordagens.

– Ele teria ido até a residência da mulher e entregado uma porção de cocaína, alegando tratar-se de um “presente”.

– Mesmo após recusar, ele insistiu em manter contato e sugeriu relacionamento, inclusive quando ela estava grávida.

– Em certo momento, ele passou a circular repetidamente em frente à casa, chamando a atenção de vizinhos.

– Foi questionado, segundo o relato, o paradeiro de um faccionado: “já que não quer ficar comigo, então onde está o GTA?”

– Além disso, teriam oferecido dinheiro em troca de informações sobre suspeitos envolvidos em roubos em áreas de garimpo.

Conforme o relato, a mulher tentou procurar a Delegacia de Poconé para denunciar a conduta do policial, mas teria desistido ao encontrar o próprio escrivão de plantão. Dias depois, retornou à unidade para registrar a denúncia, porém afirma que o atendimento teria sido interrompido após a chegada do servidor. Além disso, durante o procedimento, ela reconheceu, por meio de fotografias, o escrivão e suposto autor das condutas relatadas.

As acusações constam no boletim anexado à denúncia apresentada à Corregedoria e ainda estão sob apuração. A Polícia Civil instaurou um procedimento para investigar os fatos e adotar as medidas cabíveis. Assim, a apuração busca esclarecer se houve de fato a perseguição policial cocaína presente. Em paralelo, as investigações devem confirmar ou afastar a relação entre os relatos e as pessoas envolvidas.

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