O Passaporte Verde, programa mato-grossense para a pecuária sustentável, ganhou destaque na COP 30. O Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) apresentou a iniciativa, focada no monitoramento socioambiental do rebanho bovino.
A iniciativa foi, portanto, a estrela do Painel Hub Amazônia. Este espaço é dedicado a projetos de sustentabilidade, inovação climática e produção responsável na Amazônia Legal Brasileira.
Passaporte Verde: compromisso com a agenda ambiental
Para Caio Penido, presidente do Imac, levar ao evento climático global uma solução prática reforça o compromisso do Brasil e de Mato Grosso. O passaporte verde pecuária, além disso, demonstra que a pecuária pode andar de mãos dadas com a conservação.
“Estamos estruturando um dos maiores sistemas de monitoramento socioambiental do setor”, explica Penido. O programa visa agregar valor, transparência e, eventualmente, rastreabilidade individual dos animais.
Detalhes técnicos e inclusão produtiva
Bruno de Jesus Andrade, diretor de Projetos do Imac, detalhou o caráter educativo do passaporte verde pecuária. Ele oferece orientação direta a produtores de todos os portes.
Com efeito, o programa traz transparência com dados para os mercados. Incorpora também o Prem, que auxilia propriedades com passivos ambientais a se regenerarem e se regularizarem.
Por exemplo, o Passaporte Verde é referência internacional por unir conservação, competitividade e inclusão produtiva. Mato Grosso, assim, está preparado para atender mercados globais exigentes.
“Agora temos um programa com as soluções estruturais que poderão comprovar e dar escala à pecuária sustentável de Mato Grosso”, concluiu Penido. A iniciativa pode ser vista em mais detalhes em nosso portal.
Em suma, o painel reuniu Imac, frigoríficos, Abiec, Instituto PCI e Itaú BBA. Todos destacaram o papel estratégico de Mato Grosso na agenda ambiental e na construção de uma pecuária sustentável e alinhada às metas climáticas.










