Portanto, a CPI da Saúde remarcou para a próxima quarta-feira (2) a oitiva do ex-secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo (Republicanos). Ele era esperado nesta quarta-feira (26), porém não compareceu e pediu nova data para ser ouvido, com a possibilidade de a oitiva ser realizada, de fato, ouvida sob sigilo.
ouvida sob sigilo
- Remarcação da oitiva de Gilberto Figueiredo.
- Pedido de sigilo acatado pela CPI.
- Depoimento da ex-secretária adjunta Caroline Campos Dobes.
- Ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres também será ouvido.
Além disso, a ex-secretária adjunta da SES, Caroline Campos Dobes, foi ouvida sob sigilo, conforme pedido por seu advogado Ricardo Monteiro, durante a sessão da CPI. Esse depoimento reforça a cautela com as informações sigiladas e aponta para a necessidade de cruzar contratos e atos administrativos firmados pela SES entre 2019 e 2025.
O presidente da Comissão, deputado Wilson Santos (PSD), leu o documento apresentado pelo advogado de Gilberto e o pedido foi aprovado pelos membros Eduardo Botelho (MDB) e Beto Dois a Um (Podemos).
Foi mantida a condição de ouvida sob sigilo, conforme a decisão da mesa. Ainda assim, os trabalhos seguem com a coleta de dados sobre contratos firmados, atos administrativos, e decisões que impactam a SES no período citado.
Logo, o colegiado quer informações sobre contratos e atos administrativos firmados pela SES no período de 2019 a 2025, e deu andamento aos trabalhos com o depoimento da ex-secretária adjunta, conforme o cronograma.
Nesta data, também será ouvido o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira, pela CPI da Saúde.
Para entender o contexto, leia também a matéria sobre a votação secreta no TJ, que traz detalhes sobre a decisão envolvendo votações internas e controle de vetos.
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