Portanto, o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), afirmou que seguirá a ordem da executiva Nacional do Partido Liberal. Além disso, não pedirá votos para candidatos contrários ao projeto da sigla para o Governo de Mato Grosso, cujo candidato próprio é o senador Wellington Fagundes (PL).
ordem da executiva Nacional
No entanto, reforçou que, por discordar das alianças formadas no estado, não pedirá voto para ninguém. Em conclusão, a posição dele permanece alinhada com a orientação do PL.
A declaração veio um dia após o PL Nacional divulgar nota oficial com orientação partidária clara: dirigentes, filiados e lideranças do PL devem respeitar e defender a candidatura oficial da legenda, não cabendo o pedido de votos para candidatos de outros partidos ao Governo do Estado.
Abílio reforçou que não participará da campanha de Wellington, após a oficialização da aliança entre o PL e o MDB e a declaração de apoio do senador Jayme Campos (União Brasil) ao projeto da sigla na noite dessa terça-feira (4). “Eu não vou subir aonde estiver o MDB; ontem minha decisão ficou mais tomada ainda. Não vou entrar nesse grupo”, declarou.
O prefeito afirmou que sua atuação na campanha eleitoral estará concentrada nos candidatos que considera prioritários para o PL: o senador Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência da República; o deputado federal José Medeiros ao Senado; além das chapas de deputado federal e estadual, com prioridade à candidatura da primeira-dama de Cuiabá, Samantha Iris.
“Fora isso, não estarei no projeto dessas pessoas ali, porque onde está o Jayme, o MDB, o grupo do Riva, não combina comigo”, afirmou.
Prioridades do PL para as candidaturas citadas.
- Senador Flávio Bolsonaro — Presidência da República
- Deputado Federal José Medeiros — Senado
- Chapas de deputado federal e estadual, com prioridade para Samantha Iris
Além disso, Abílio disse que não participará de alianças com o grupo de Wellington, e repetiu que não pedirá votos para o MDB ou para outros partidos, mantendo a posição traçada pela direção nacional. Taxação de Trump: Brasil pode ser afetado pela decisão sobre Irã.
Portanto, a postura de Abílio acompanha a ordem da executiva Nacional. Nova tarifa dos EUA afeta exportações de café e carne do Brasil.










