Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Mato Grosso, nesta terça-feira (28), contra investigados por crimes cibernéticos ligados à produção, compartilhamento e armazenamento de material de exploração sexual infantil. Além disso, a ação visa interromper a circulação desse tipo de material e identificar novas vítimas de abuso.
As ordens judiciais foram executadas em Cuiabá e Lucas do Rio Verde, dentro de uma ofensiva que mobilizou forças de segurança em todo o Brasil e em outros 15 países. De acordo com a Polícia Civil, o trabalho busca responsabilizar criminalmente os envolvidos e reforça as ações do Maio Laranja, campanha nacional de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.
Exploração sexual infantil no Brasil
Os suspeitos produziam imagens de conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes, além de compartilhar esse material pela internet e mantê-lo armazenado em dispositivos eletrônicos. Segundo a investigação, os arquivos circulavam entre usuários da rede mundial de computadores.
As apurações apontam que os suspeitos estavam produzindo e compartilhando material de exploração sexual infantil, portanto, a operação visa interromper essa produção e distribuição.
Em território nacional, a mobilização também incluiu 16 mandados de prisão preventiva, prisões em flagrante e o resgate de vítimas de abuso. Participaram da operação 738 policiais, sendo 491 federais e 247 civis, distribuídos pelas 27 unidades da federação.
Penas e Consequências
Os investigados podem responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), entre eles produção, divulgação e posse de pornografia infantil. As penas variam de um a oito anos de reclusão, além de multa, a depender da conduta apurada.
No entanto, a operação visa não apenas punir os infractores, mas também interromper a circulação desse tipo de material e identificar novas vítimas de abuso.
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Em conclusão, a operação visa proteger as crianças e adolescentes do Brasil e de outros 15 países, além de responsabilizar criminalmente os envolvidos em crimes de exploração sexual infantil.










