Florianópolis, SC – O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu o arquivamento da investigação sobre a morte do cão Orelha, caso ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, capital catarinense.
Em uma reavaliação minuciosa dos fatos, os promotores concluíram que o animal morreu devido a uma condição grave e preexistente, e não pela suposta agressão de adolescentes. Neste contexto, a decisão do MPSC foi baseada na análise de quase dois mil arquivos, entre laudos técnicos, vídeos, imagens e dados apreendidos.
Investigação Arquivada: Morte do Cão Orelha
Agora, a Polícia Civil havia atribuído a um adolescente a responsabilidade pelas agressões e pedido a internação do menor. Entretanto, o laudo da Polícia Científica feito após a exumação do corpo do animal não encontrou fraturas ou lesões compatíveis com violência provocada por ação humana.
Relembre o caso: O cão comunitário Orelha foi brutalmente espancado com pauladas na madrugada de 4 de janeiro de 2026 na Praia Brava, Florianópolis (SC), sofrendo traumatismo craniano e sendo submetido à eutanásia. Leia também: Caso Orelha: Câmara Aprova Pedido de Investigação
A família de um dos adolescentes é investigada por coação ao tentar forçar um porteiro a apagar as imagens do crime. Em conclusão, a morte do cão Orelha gerou comoção nacional e protestos por justiça. Por exemplo, o caso é um dos mais sensacionalistas da história da cidade.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) afirmou que o caso foi reavaliado e que não há mais evidências de que o cão Orelha tenha sido agredido pelos adolescentes. Em suma, a investigação foi arquivada por falta de provas.










