Emocionada, a senadora Margareth Buzetti se despediu do Senado Federal nesta terça-feira (30), sentindo ter cumprido seu dever em quase meio mandato. Ela defendeu o fim da polarização e a defesa da democracia.
Além disso, expressou gratidão ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e ao ex-governador Blairo Maggi. Estes foram considerados seus guias na trajetória política em Mato Grosso, demonstrando a importância do apoio.
Margareth Buzetti Senado: um ciclo que se encerra
Com a saída de Fávaro para o ministério, Buzetti assumiu a cadeira em janeiro de 2023. Portanto, cumpria um compromisso de ceder o espaço ao segundo suplente, senador José Lacerda, neste ano.
Agora, Margareth Buzetti busca viabilizar sua candidatura pelo PP. No entanto, o partido está federado ao União Brasil, que já possui nomes fortes como Jayme Campos e Mauro Mendes.
Outra possibilidade de aliança é com o PL, que lançará o deputado federal José Medeiros. Assim, o cenário eleitoral se mostra complexo e disputado.
Cúmplices na causa feminina
Aliados como Ciro Nogueira e Flávio Bolsonaro felicitaram Buzetti. As senadoras do PT, PSD e União Brasil também reconheceram sua atuação em prol das mulheres. Portanto, seu legado inclui trabalhos de grande relevância.
Entre as conquistas, destacam-se a aprovação do cadastro nacional de estupradores, o pacote anticrime contra o feminicídio e a ampliação do direito à reconstrução mamária. Essa última beneficiou mulheres que sofreram mutilação, independentemente da causa.
Em suma, a passagem de Margareth Buzetti pelo Senado foi marcada por importantes avanços legislativos e pela defesa de causas sociais.
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