Liderança pela liberdade no Brasil: Wellington Fagundes lidera o caminho

Wellington Fagundes lidera caminhada pela liberdade
Wellington Fagundes e Nikolas Ferreira lideram caminhada pela liberdade no Brasil
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Na Praça do Cruzeiro, em Brasília, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) participou do ato que marcou a chegada da “Caminhada pela Liberdade”, liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). A mobilização reuniu milhares de apoiadores após seis dias de trajeto e cerca de 240 quilômetros percorridos, desde Paracatu (MG) até a capital federal.

A multidão permaneceu concentrada no local, mesmo sob chuva intensa. O encerramento teve discursos, oração e cobranças políticas ao Senado. Wellington esteve acompanhado pelo senador Izalci (PL-DF) e por outros parlamentares.

Um chamado nacional

“Essa chuva vem para lavar a alma de todos os brasileiros. O que está acontecendo no Brasil está insustentável. Por isso estamos aqui junto com o Nikolas, ao lado do senador Izalci e de muitos parlamentares, para acordar o Brasil,” afirmou Wellington.

Segundo o senador, o ato teve como foco a defesa da liberdade e da justiça, além de um apelo institucional diante do cenário atual.

“Nós estamos aqui, sim, pela liberdade. Nós estamos aqui pela justiça. Nós acreditamos e pedimos muito para Deus entrar no coração das autoridades responsáveis. Não é possível tanta injustiça,” declarou.

Especial destaque

Wellington citou como exemplo condenações relacionadas aos atos de 8 de Janeiro e criticou o que considera desproporcionalidade em algumas decisões. Também lamentou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta restrições com impacto no ambiente político e partidário.

“Uma mulher que pichou uma estátua foi condenada a 14 anos de prisão. No outro dia lavaram com água e sabão e estava tudo perfeito. E aí estamos vendo ainda o presidente Bolsonaro, que não tem nenhuma denúncia de corrupção no governo dele e está sem liberdade. Ele não pode nem falar ao telefone com as pessoas, inclusive com o presidente do próprio partido, Valdemar Costa Neto, em pleno ano eleitoral,” afirmou.

Segundo Wellington, há audiência marcada com o procurador-geral da República para discutir o tema.

“Não é possível que o maior partido do Brasil não possa conversar com sua maior liderança, que é o presidente Bolsonaro,” completou.

Uma união necessária

Wellington defendeu que, com a retomada dos trabalhos do Congresso, sejam ampliadas investigações parlamentares sobre fraudes e desvios bilionários.

“O escândalo do INSS cresce a cada dia. Bilhões e bilhões. Precisamos ampliar essa CPMI e também instalar a CPMI do Banco Master. Muita gente injusta está presa e muita gente que desviou bilhões ainda está solta,” declarou.

Além disso, o senador reforçou a importância de união no campo conservador em 2026.

“Agora é o ano da eleição. É o ano em que o eleitor será soberano. Vamos nos juntar,” concluiu.

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