O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta quarta-feira (22/7), uma medida provisória que destina R$ 18,5 bilhões para apoiar empresas afetadas pelo tarifaço dos EUA. Além disso, a iniciativa integra a terceira fase do plano Brasil Soberano, com o objetivo de ampliar o amparo a setores produtivos e reduzir os impactos econômicos nesses segmentos. Ação busca manter o ritmo de produção, proteger empregos e fortalecer a competitividade diante de choques externos.
R$ 18,5 bilhões em apoio setorial
Desse montante, R$ 13,5 bilhões vêm do Tesouro Nacional, e, portanto, R$ 5 bilhões serão destinados pelo BNDES. A divisão reflete uma combinação de recursos fiscais diretos e instrumentos de crédito, criados para acelerar investimentos, facilitar a substituição de importações e impulsionar a capacidade produtiva em segmentos considerados estratégicos para a recuperação econômica.
Além disso, a medida abrange não apenas exportadores afetados pela tarifa, mas também empresas enquadradas na Seção 232 da Trade Expansion Act (EUA), reconhecidas por enfrentar conflitos internacionais e cadeias de suprimento vulneráveis. O alcance do pacote se estende a setores considerados prioritários para o equilíbrio macroeconômico, como tecnologia e inovação, com metas de curto e médio prazo para reduzir dependência externa.
Com isso, a nova fase do programa vai beneficiar setores como:
– Aço
– Alumínio
– Automotivo
– Móveis
– Madeira
– Máquinas e equipamentos
– Calçados
– Têxtil
– Fertilizantes
– Equipamentos de informática
– Minerais críticos
O montante total chega a R$ 18,5 bilhões, com destinação específica entre Tesouro e BNDES, fortalecendo a coordenação de políticas públicas para manter a produção estável e competitiva, mesmo diante de tensões comerciais globais.
Portanto, o novo tarifaço imposto pelos EUA entrou em vigor nesta quarta-feira (22/7), às 1h01 (horário de Brasília). A medida, chancelada pelo governo norte-americano, estabelece sobretaxa de 25% sobre parte das importações do Brasil, o que exige monitoramento contínuo de custos, competitividade e impactos setoriais. Para acompanhar as informações, acesse o portal interno: Portal 163.










