O policial civil aposentado Luciano Testa, de 56 anos, é acusado de lesão corporal no elevador dentro de um condomínio em Cuiabá. Ele foi preso nesta terça-feira (30).
Portanto, o mandado de prisão preventiva, expedido pela 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, foi cumprido pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil, seguindo as diretrizes do Ministério Público para assegurar a ordem pública e a aplicação da lei penal. A ação ocorreu conforme os procedimentos legais estabelecidos, com cronograma de diligências já confirmadas pela corporação.
- Prisão decretada pela Justiça em Cuiabá
- Agressões ocorreram no elevador do condomínio
- Esposa do idoso também foi agredida
lesão corporal no elevador
Luciano é investigado pela prática de lesão corporal no elevador, pelas agressões registradas no dia 11 de junho, ocorridas no elevador de um condomínio no bairro Cidade Alta, em Cuiabá. O caso mobiliza a comunidade local, que cobra respostas claras das autoridades para evitar que episódios semelhantes voltem a ocorrer em espaços de convívio comum.
No entanto, na decisão, o juiz manteve as medidas cautelares anteriormente impostas e entendeu que a prisão era necessária para garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal e preservar a instrução criminal. Além disso, o magistrado reconheceu a necessidade de impedir qualquer prática de violência que possa comprometer o andamento das investigações.
Além disso, o MPMT aponta uma escalada de violência e descreve que houve lesão corporal no elevador, cerca de dez meses após as ameaças registradas em agosto de 2025. A sequência de eventos levanta questionamentos sobre padrões de conduta e a proteção das vítimas em situações de conflito dentro de condomínios.
A esposa do idoso, que tentou impedir as agressões, também foi agredida e vítima de importunação sexual, conforme as informações do Ministério Público. O MP detalha que as circunstâncias do abuso incluíram agressões físicas sucessivas e abordagens indesejadas, reforçando a necessidade de apuração rigorosa e de medidas de proteção para as vítimas.
Para acompanhar o desenrolar do caso, as autoridades mantêm a vigilância sobre as investigações e reforçam a necessidade de que condôminos e moradores mantenham a calma enquanto a apuração segue. O andamento processual deverá trazer novos elementos, conforme o MP e a Polícia Civil.
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