Hospital São Mateus paga indenização por câmera escondida

Privacidade dos pacientes violada em Hospital São Mateus
Hospital São Mateus paga indenização por câmera escondida, reforçando a importância da privacidade dos pacientes em hospitais.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Em Mato Grosso, a rede estadual tem 269 leitos de UTI Covid em disponibilidade. Além disso, o Hospital e Maternidade São Mateus foi condenado pela Justiça Estadual a pagar uma indenização de R$ 10 mil a uma paciente que alegou ter tido sua privacidade violada durante uma internação para cirurgia na coluna.

De acordo com a decisão da juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, a paciente teria notado a presença de uma câmera de segurança posicionada exatamente acima da maca onde ela se recuperava.

Privacidade Violada

Além disso, a paciente alegou ter caído da maca durante a transferência para realizar uma ressonância magnética, o que teria agravado sua condição e exigido uma nova cirurgia.

A defesa do Hospital São Mateus alegou que as câmeras de segurança são voltadas para os corredores e não para os boxes de internação.

No entanto, a juíza concluiu que a câmera no ambiente apontava para o leito e o hospital não conseguiu provar o contrário.

Portanto, a magistrada decidiu condenar o Hospital São Mateus a pagar uma indenização de R$ 10 mil à paciente.

Contudo, a paciente foi condenada a pagar 80% das custas processuais, mas a exigibilidade ficou suspensa, já que ela é beneficiária da justiça gratuita.

Além disso, o Hospital vai pagar os outros 20% das custas processuais.

Em conclusão, a decisão da Justiça Estadual reforça a importância da privacidade dos pacientes em hospitais.

Leia também: Leitos de UTI Covid em Mato Grosso

Assim, a rede estadual de saúde em Mato Grosso deve garantir que as câmeras de segurança sejam instaladas de forma a não violar a privacidade dos pacientes.

De acordo com a juíza, a paciente teria sofrido uma violação à sua privacidade, o que é considerado um dano moral.

Por exemplo, a paciente teria sido submetida a uma cirurgia de quatro horas para drenagem de um hematoma na coluna.

Em resumo, a decisão da Justiça Estadual é um exemplo de como a privacidade dos pacientes deve ser respeitada em hospitais.

Compartilhe :

Veja mais