O Ministério Público do Trabalho (MPT) está na luta para proteger a saúde dos trabalhadores brasileiros. Glifosato Brasil Risco Trabalhadores é um tema de grande importância, pois a instituição entrou com uma Ação Civil Pública, pedindo à Justiça do Trabalho que proíba a produção, venda e uso de agrotóxicos à base de glifosato no Brasil, por risco a trabalhadores. Além disso, o MPT cobra o cancelamento de todos os registros já autorizados pela Anvisa e pela União.
Para o órgão, manter o glifosato expões milhões de trabalhadores, sobretudo no campo, a riscos que violam os direitos à vida, à saúde e a um ambiente de trabalho seguro. A ação aponta associação do produto ao câncer de mama, tireoide e linfoma não-Hodgkin, além de infertilidade, alterações hormonais, abortos, malformações, partos prematuros e transtornos.
Glifosato: um risco grave à saúde
Além disso, o MPT cita estudos do INCA e da Fiocruz que mostram o risco mesmo em baixas doses. Também lembra que, desde 2015, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classifica o glifosato como “provável cancerígeno para humanos”.
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Trabalhadores rurais têm contato com o agrotóxico por inalação, pele e alimentos, muitas vezes sem proteção adequada e de forma contínua. O MPT afirma que o Estado não adota medidas eficazes de prevenção, o que viola os princípios constitucionais.
O impacto seria maior em grupos vulneráveis: indígenas, mulheres em idade fértil, crianças, recém-nascidos e trabalhadores em condições precárias. Portanto, é fundamental que a Justiça do Trabalho considere a gravidade do risco e banifique o glifosato no Brasil.
O processo corre na Justiça do Trabalho e aguarda análise do pedido de urgência. Além disso, é importante que a sociedade civil esteja atenta a essa questão e pressione os poderes públicos para que tomem medidas eficazes para proteger a saúde dos trabalhadores.
Em conclusão, é fundamental que a sociedade civil esteja atenta a essa questão e pressione os poderes públicos para que tomem medidas eficazes para proteger a saúde dos trabalhadores. Além disso, é necessário que a Justiça do Trabalho considere a gravidade do risco e banifique o glifosato no Brasil.









