Wellington cobra fidelidade partidária dos prefeitos do PL

Senador Wellington Fagundes cobra fidelidade partidária de prefeitos do PL e monitora desvios
Prefeitos do PL são cobrados pela fidelidade partidária, com promessa de monitorar desvios e manter a base coesa.
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O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo do Estado, descartou liberar os prefeitos do partido para apoiarem outras candidaturas ao Palácio Paiaguás. Portanto, fidelidade partidária deve ser observada, segundo ele.

Em entrevista à imprensa de Rondonópolis, ele afirmou que cobrará a fidelidade partidária dos filiados. Além disso, ele deixou claro que desvios serão monitorados pela sigla.

Fidelidade partidária em foco

Durante o período pré-convenção, os prefeitos de Rondonópolis, Cláudio Ferreira; de Primavera do Leste, Sérgio Machnic; e de Campo Novo do Parecis, Edilson Piaia, já anunciaram apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), em detrimento do projeto próprio do PL. No entanto, a fidelidade partidária permanece como trunfo da sigla.

Prefeitos apoiam Pivetta

PL quer fidelidade partidária

Investimentos locais seguem em debate

Segundo Wellington, os investimentos anunciados recentemente nestes municípios, especialmente em Rondonópolis, são compromissos firmados na eleição passada, quando o PL esteve no palanque de Pivetta apoiando Mauro Mendes (União). Além disso, ele lembrou que parte das obras conta com emendas destinadas por ele próprio, como o Anel Viário de Rondonópolis. Portal 163 traz mais detalhes.

Sobre a possibilidade de manter a composição eleita em 2022, o senador ressaltou que a aliança visava garantir boa votação a Jair Bolsonaro no Estado; com Mauro Mendes e seu grupo junto ao PL, Bolsonaro teve uma das maiores votações proporcionais do Brasil em Mato Grosso. Em seguida, ele reforçou que a união foi estratégica.

“O presidente Bolsonaro queria que eu disputasse o Governo, mas entendemos que a união era o melhor caminho. Portanto, Mato Grosso deu uma das maiores votações do Brasil para Bolsonaro; Mauro foi reeleito no primeiro turno e eu fui o segundo proporcionalmente mais votado do país”, explicou.

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