Feminicídios Mato Grosso: ações e números

Governador entrega 47 viaturas à PM; foco no tema feminicídios Mato Grosso.
Governador entrega 47 viaturas à PM; destaque para feminicídios Mato Grosso e ações públicas.
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Ao entregar 47 viaturas para a Polícia Militar nesta terça-feira (30), o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) lamentou os índices de feminicídio no Estado. Portanto, mesmo com o Estado promovendo ações de combate e a prisão dos autores, os números de feminicídios Mato Grosso continuam altos.

“Eu acho que nessa área nós não temos nada para comemorar. Além disso, todo mundo sabe que esse tipo de tragédia acontece nos lares, acontece dentro de casa, em lugares que o Estado sequer pode entrar, a não ser para atender ocorrência”, explicou.

Desde o início do ano, já são 23 feminicídios registrados no Estado. O último foi a morte de Valquíria Araújo Lopes da Silva, 29 anos, morta a tiros pelo próprio marido em Aripuanã.

O governador destacou que o Estado tem adotado ações relevantes em respeito às mulheres e famílias vulneráveis. Além disso, o governo tem promovido políticas públicas, como: em habitação popular, 10% das casas — ou seja, seis mil — serão destinadas a essa população mais vulnerável; há incentivo e financiamento pela Desenvolve MT para mulheres rurais, pequenas produtoras e pequenas empreendedoras, além de palestras e qualificações profissionais, com mais de 50 mil cursos profissionalizantes.

Feminicídios Mato Grosso: ações e números

  • Habitação popular: 6 mil casas, com 10% destinadas a mulheres vulneráveis.
  • Desenvolve MT: incentivo e financiamento para mulheres rurais, pequenas produtoras e empreendedoras.
  • Qualificação profissional: mais de 50 mil cursos profissionalizantes.

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“O Mato Grosso não tem nada para esconder. Nossos números estão publicados, são transparentes; não há caso de feminicídio que não tenha sido esclarecido, nem autor solto pelas nossas forças de segurança. Nós não temos nenhuma dificuldade em explicar, em debater o tema; só é um tema que nós lamentamos muito, porque pelo que o Mato Grosso faz, nós não poderíamos ter um número tão grande, esse ano já se foram 23 mulheres. Isso é realmente estarrecedor”, concluiu.

Para ele, contudo, o sofrimento das famílias que perderam entes queridos não deve ser explorado com finalidade político-eleitoral. “Todo discurso fácil merece repúdio e é isso que nós estamos querendo dizer aqui”, assinalou.

Portanto, os dados de feminicídios Mato Grosso reforçam a necessidade de continuidade das políticas públicas.

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