Ex-marido de Raquel Cattani suspeito de criar álibi em casas de prostituição

Ex-marido de Raquel Cattani cria álibi em casas de prostituição
Álibi em casas de prostituição: ex-marido de Raquel Cattani é suspeito de criar coartada
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Ex-marido de Raquel Cattani suspeito de criar álibi em casas de prostituição

Em uma investigação complexa, os irmãos Romero Xavier Mengarde e Rodrigo Xavier Mengarde, réus pelo feminicídio de Raquel Cattani, teve início o julgamento no Fórum de Nova Mutum. O delegado Guilherme Pompeo, responsável pelas investigações, foi a primeira testemunha a ser ouída.

Segundo o delegado, o ex-marido de Raquel e mandante da morte, Romero Xavier Mengarde, teria passado por três casas de prostituição e permanecido na companhia de funcionários desses estabelecimentos, na intenção de criar um álibi e ficar fora do radar das investigações. O delegado destacou que as equipes da Polícia Civil foram imediatamente mobilizadas assim que a suspeita de feminicídio foi apontada.

Investigação em andamento

  • O delegado relatou que a investigação apontava o ex-marido como principal suspeito, o que levou à divisão estratégica das equipes entre Tapurah e o local do crime.
  • Na sequência do depoimento, o delegado detalhou que foram identificados sinais de arrombamento em uma janela nos fundos da residência, na área dos quartos das crianças.
  • Ainda conforme o depoimento, apenas o quarto da vítima havia sido revirado, o que indicava uma possível tentativa de forjar a cena do crime.

Com o avanço das investigações, a Polícia Civil concluiu que Romero não teria sido o autor direto do homicídio, após a apresentação de um álibi considerado detalhado e consistente sobre seus deslocamentos no dia e horário do crime. O delegado ressaltou que o cuidado na construção do álibi chamou a atenção dos investigadores e levou à reavaliação da dinâmica do crime.

No entanto, a investigação passou a buscar quem teria motivação para executar o homicídio e de que forma ele foi praticado. O delegado informou que a Polícia Civil entrevistou cerca de 155 pessoas, entre trabalhadores e moradores da região, como parte do trabalho de campo para esclarecimento dos fatos.

Além disso, a investigação passou a concentrar esforços na análise de provas técnicas e digitais, como vestígios no local, dados relacionados ao uso de internet e possíveis acessos a redes wi-fi, além de outros elementos periciais.

Em conclusão, a investigação do feminicídio de Raquel Cattani é um caso complexo e envolvente, que requer a atenção e a dedicação dos investigadores para esclarecer os fatos e trazer a justiça para a vítima e suas famílias. Leia mais sobre o caso em nossa reportagem.

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