Rhavenna Almeida permanece a única pessoa presa até o momento na Operação Fariseus, deflagrada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Civil. A investigação aponta que a facção pagou cirurgia plástica e a sustentava, segundo o delegado da Draco, Victor Hugo Caetano de Freitas, em troca de que a jovem lavasse dinheiro e repassasse recados das lideranças da organização, conforme o andamento das apurações.
Além disso, Rhavenna integrava um núcleo familiar que desviou a finalidade da “Equipe Evangelismo Resgatando Vidas” para oferecer suporte comunicacional, financeiro e logístico à facção. O grupo é acusado de usar a religião para prestar apoio e fazer favores ao Comando Vermelho.
PAGOU CIRURGIA PLÁSTICA
Rhavenna distribuía valores em espécie e levava mensagens do líder da facção e do então namorado Jonas Souza Gonçalves Júnior, o “Batman”. Ele estava preso na Penitenciária Central do Estado e, após cumprir o regime semiaberto, tornou-se foragido, mantendo contato com ela, que seguia recebendo ordens diretamente dele.
Para a polícia, o pagamento de favores era a recompensa pelo serviço prestado à organização. Entre os benefícios estaria uma cirurgia plástica bancada pela facção (pagou cirurgia plástica).
- Viagens ao Rio de Janeiro financiadas pela organização
- Renda informal de Rhavenna e padrão de vida custeado pelo grupo
- 27 ordens judiciais cumpridas na operação
- Cirurgia plástica paga pela facção (pagou cirurgia plástica)
Leia também: “Ela teve uma cirurgia plástica paga por um líder da facção criminosa”, afirmou o delegado Victor Hugo durante coletiva. Além disso, a investigação aponta que o grupo pagou cirurgia plástica para custear os procedimentos, e para mais informações acesse o Portal 163: Portal 163.
A investigação também aponta que Rhavenna fazia viagens ao Rio de Janeiro financiadas pela organização. Segundo o delegado, ela não tinha renda formal e mantinha um padrão de vida custeado pelo grupo criminoso.
“Essas pessoas participantes do esquema de lavagem do dinheiro se beneficiam de valores em favor próprio, sem o trabalho. Tudo o que ela constrói, patrimônio, não é resultado de trabalho. Ela só tem empresa de fachada; ela faz dilapidação de valores em espécie. Assim, os valores que ela tem, a vida que ela leva, os veículos e tudo mais, tudo é pago por esses integrantes da facção”, disse o delegado.
A polícia afirma que Rhavenna utilizava empresas de fachada para disfarçar a origem do dinheiro. Veículos, patrimônio e despesas pessoais teriam origem nos valores repassados pela facção.
A Operação cumpriu 27 ordens judiciais. Rhavenna responde por organização criminosa e lavagem de dinheiro.









