Polícia Civil de Mato Grosso conclui inquérito de estupro e abuso de autoridade

estupro polícia civil mato grosso
Polícia Civil de Mato Grosso indiciou investigador por estupro e abuso de autoridade. Saiba mais sobre o caso e as investigações.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

A Polícia Civil de Mato Grosso realizou uma investigação rigorosa e concluiu o inquérito que resultou no indiciamento de um investigador por estupro e abuso de autoridade.

De acordo com a Corregedoria Geral da Polícia Civil, o servidor foi indiciado após exames periciais confirmarem o abuso sexual. O inquérito foi remetido ao Poder Judiciário e Ministério Público para prosseguimento da ação penal.

A Polícia Civil de Mato Grosso reforçou sua atuação de forma transparente quando surgem casos de servidores envolvidos em irregularidades. “A instituição não pactua com servidores que cometem crimes e não tolera desvios de conduta de seus profissionais, bem como todas as ocorrências são apuradas com rigor”, diz a nota.

Início da investigação de estupro

No decorrer das investigações, foram realizadas oitivas de outras detentas, que compartilhavam cela com a vítima, e dos policiais plantonistas, inclusive do servidor apontado como suspeito de estupro.

Em conclusão, o resultado pericial indicou compatibilidade genética, razão pela qual a Delegacia de Sorriso representou pela prisão preventiva do servidor, bem como pela expedição de mandado de busca e apreensão e pela quebra de sigilo de dados telefônicos.

Portanto, a Polícia Civil de Mato Grosso agiu com dever institucional e ético, e é dessa forma que seguimos firme no compromisso de proteger a sociedade, garantir justiça e não tolerar abusos dentro de nossas próprias estruturas, especialmente em casos de estupro e abuso de autoridade.

Procedimento Administrativo Disciplinar

Foi instaurado, pela Corregedoria Geral da Polícia Civil, um procedimento administrativo disciplinar para as devidas providências legais que o caso requer.

Além disso, a delegada-geral, Daniela Maidel, destaca que se trata de um caso isolado e condena de forma veemente o crime cometido pelo servidor.

No entanto, a Polícia Civil não tolera qualquer prática criminosa de seus profissionais, que devem atuar em conformidade com a lei e em respeito aos direitos humanos.

Leia mais sobre a investigação.

Compartilhe :

Veja mais