Um homem de 63 anos foi preso na tarde desta quarta-feira (15), suspeito de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos, em Rondonópolis (a 218 km de Cuiabá). A prisão preventiva foi cumprida pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher do município, a DEDM.
Estupro de vulnerável
Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu há dois anos. Além disso, o suspeito é conhecido da família da vítima, e o caso envolve estupro de vulnerável apurado pela investigação. A vítima tem 12 anos e, segundo familiares, estava sob proteção de parentes na época, o que explica parte da demora para buscar ajuda. Em várias situações, esse tipo de crime exige respostas rápidas das autoridades para evitar novas vítimas.
- Idoso de 63 anos preso em Rondonópolis
- Crime ocorreu há dois anos
- Prisão preventiva decretada pelo Núcleo de Justiça 4.0
Por medo e pela situação de vulnerabilidade, a menina permaneceu em silêncio até maio deste ano, quando contou ao pai sobre a violência sexual. O pai registrou, então, o boletim de ocorrência, permitindo o início da apuração. Além disso, a família enfatizou que é fundamental que a sociedade denuncie qualquer indício de violência contra crianças para interromper ciclos de abuso.
A leitura de outros relatos ajuda a contextualizar o tema. Além disso, a abordagem integrada entre a DEDM e as demais forças de segurança tem como objetivo justamente esclarecer casos como este com celeridade. A apuração detalha que a prisão preventiva foi embasada por provas reunidas durante a investigação.
O mandado foi decretado pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, Polo Rondonópolis. Com base na ordem judicial, os investigadores localizaram o suspeito em uma propriedade na zona rural de Rondonópolis. Ele foi preso e colocado à disposição do Poder Judiciário. Após a prisão, as autoridades reforçam que a participação da comunidade é crucial para prevenir crimes sexuais e proteger potenciais vítimas.
A Polícia Civil reforça que denúncias são fundamentais para investigar crimes sexuais, responsabilizar os autores e proteger outras possíveis vítimas. Assim, a instituição destaca a importância da participação da comunidade para interromper ciclos de violência.
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