O vereador Mário Nadaf (PV) afirmou que os parlamentares da Câmara de Cuiabá firmaram um acordo para que a eleição da Mesa Diretora seja realizada em 6 de outubro, adiando a data prevista para 25 de agosto. O objetivo é assegurar segurança jurídica e evitar cancelamentos por decisão judicial, evitando assim incertezas que prejudicam o funcionamento das comissões e a pauta de projetos. A costura entre os blocos busca manter a normalidade institucional sem abrir espaço para impasses que possam interromper votações importantes.
eleição da Mesa Diretora em pauta
Inicialmente, o pleito estava previsto para 25 de agosto; no entanto, a eleição deverá ocorrer apenas em outubro, conforme acordo entre as partes. A mudança foi discutida em várias sessões, com a participação de líderes e membros de diferentes frentes, que ressaltam a necessidade de evitar litígios que derrubem a escolha da Presidência. Além disso, Nadaf explicou que a alteração visa dar tempo para a construção de consenso, reduzindo o risco de judicialização e de novas contestações.
Portanto, segundo Nadaf, o objetivo do adiamento é garantir a segurança jurídica para que a eleição não seja cancelada por decisão judicial. Ele citou o caso de Várzea Grande, onde a votação que reelegeu o presidente Wanderley Cerqueira foi anulada. A comparação serve para ilustrar a importância de alinhar regras internas antes do pleito, para que a Mesa não fique à mercê de questionamentos que inviabilizem a gestão.
“Já há um consenso em face da insegurança jurídica com a manutenção da data do 25 de agosto que não interessa a nenhum dos candidatos. Porque a qualquer momento, à semelhança do que aconteceu na Várzea Grande, a eleição da Mesa Diretora pode ser anulada”, declarou Nadaf.
“Não iremos manter dia 25, não será também a data aprazada por mim, que foi dia 5 de novembro. Nós iremos, depois do primeiro turno, na data do dia 6 de outubro”, frisou. A fala dele resume o que se tornou prática comum entre legisladores: o pragmatismo com foco na estabilidade institucional.
A eleição da Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá tem sido alvo de intensa disputa nos bastidores. No entanto, a atual presidente Paula Calil (PL) pretende disputar a reeleição, porém precisa de uma alteração do Regimento Interno, que exige 18 votos para ser aprovada. Em contrapartida, o grupo opositor é liderado por Ilde Taques. A tensão segue alimentando debates sobre composições, alianças e cenários dos próximos meses.
O adiamento evita instabilidade jurídica semelhante à de Várzea Grande.
Para alterar o Regimento Interno, Paula Calil precisa contar com 18 votos, número que não possui.
O opositor é chefiado por Ilde Taques.
Para entender os desdobramentos, leia mais em portal163. Além disso, informações sobre o Regimento da Câmara podem impactar o processo em Regimento da Câmara: impactos para projetos da prefeitura.









