O delegado de Polícia Civil (PJC-MT) Frederico Murta utilizou as redes sociais para expressar forte desaprovação à PEC da Blindagem. Ele argumentou que a proposta, que buscava maior proteção a deputados e senadores contra investigações, representava uma quebra de confiança com o povo brasileiro. O delegado crítica PEC com veemência.
Delegado crítica PEC: um erro de direita ou esquerda?
Murta, que se identifica como de direita, ressaltou que a medida não se tratava de ideologia, mas de coerência. Ele considerou a aprovação do texto na Câmara dos Deputados um grave erro e uma traição por parte da classe política. Portanto, a sua indignação foi clara.
Na prática, a PEC exigiria aval do Congresso para a abertura de processos, mesmo para crimes hediondos. Para o delegado, isso seria um salvo-conduto para a criminalidade. Além disso, ele criticou a aprovação posterior da urgência do PL da Anistia, visto como um jogo para amenizar o impacto da blindagem.
O delegado questionou se essa era a expectativa da população em relação aos seus representantes. Ele também destacou que, se a intenção fosse apenas conter supostos abusos do STF, outras propostas seriam suficientes. Logo, a justificativa apresentada não convenceu.
Murta, cotado para disputar a Câmara em 2026, lembrou que a maioria da população considera injusta a punição de 8 de janeiro. No entanto, ele enfatizou que isso não justifica vender a confiança para blindar criminosos. Assim, a sua posição se mantém firme contra a medida.
Este episódio levanta importantes debates sobre a relação entre o eleitor e o eleito, especialmente no contexto de discussões sobre imunidade parlamentar e justiça. A opinião do delegado repercutiu e pode influenciar o cenário político futuro. Para mais notícias regionais, acesse portal163.com.br.










